Ataque acontece em meio a protestos da esquerda contra vitória eleitoral do conservador Nasry Asfura
Um artefato explosivo atingiu a cabeça da deputada Gladis Aurora López, do Partido Pátrio, enquanto ela concedia entrevista a jornalistas nas proximidades do Congresso de Honduras, nesta quinta-feira (8). O incidente ocorreu em um momento de potente tensão política no país, marcado por manifestações que contestam o resultado das eleições presidenciais.
De convénio com informações da prelo lugar, a parlamentar relatou dores intensas, tontura e dificuldades auditivas e visuais logo depois o impacto. Integrantes do Partido Pátrio informaram que López sofreu queimaduras e foi levada para atendimento hospitalar, onde passou por avaliação médica.
Explosão ocorre em cenário de protestos pós-eleitorais
O ataque aconteceu no contexto de atos organizados por setores da esquerda, que exigem a recontagem dos votos das eleições vencidas por Nasry Asfura, também do Partido Pátrio. As manifestações vinham sendo realizadas nas imediações do Congresso, justamente onde a deputada foi ferida.
Segundo relatos, os protestos aumentaram a pressão sobre autoridades e parlamentares depois o proclamação tardio do resultado solene do pleito, divulgado semanas depois da votação.
Presidente do Congresso reage e promete investigação
O presidente do Congresso, Luis Rotundo, do partido Libre, manifestou tarar pelo ataque e determinou a introdução imediata de investigações. Conforme divulgado pela mídia hondurenha, a apuração utilizará imagens de câmeras de segurança e dados do sistema vernáculo de emergências para identificar os responsáveis.
Até o momento, não há informações oficiais sobre prisões relacionadas ao atentado.
Eleições marcadas por tardança e acusações
As eleições em Honduras foram realizadas em 30 de novembro de 2025, mas o resultado final só foi confirmado em 24 de dezembro, depois denúncias de fraude, atrasos na apuração e problemas técnicos. O processo gerou potente instabilidade política.
De convénio com o Recomendação Pátrio Eleitoral (CNE), Nasry Asfura obteve 40,3% dos votos, superando Salvador Nasralla, do Partido Liberal, que alcançou 39,5%.
Reação da oposição e posição internacional
O partido Libre, derrotado no pleito, passou a organizar protestos e acusou a ocorrência de um “golpe eleitoral” depois o fecho da votação. As manifestações afetaram a relato manual dos votos, dificultaram o trabalho dos funcionários eleitorais e contribuíram para o tardança na divulgação solene do resultado.
Observadores internacionais, segundo o The New York Times, acompanharam o processo eleitoral e afirmaram não ter identificado provas de manipulação.
Asfura contou com o escora do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante a disputa eleitoral.
Posse marcada em meio à tensão
Apesar do cenário de instabilidade e dos protestos em curso, a posse do novo presidente de Honduras está prevista para o dia 27 de janeiro. O atentado contra a deputada amplia as preocupações sobre a segurança e o clima político no país às vésperas da transição de governo.
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