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Nos bastidores do Supremo Tribunal Federalista (STF), cresce a avaliação entre segmento dos ministros de que o cenário envolvendo o chamado caso Master pode levar o ministro Dias Toffoli a deixar a Galanteio, seja por repúdio ou aposentadoria antecipada. A percepção, segundo apuração do jornalista Matheus Teixeira, da CNN, é de que a crise dificilmente será superada no limitado prazo.
De concórdia com relatos, embora Toffoli sustente internamente que não pretende deixar o função — inclusive tendo adotado a medida de suspeição em processos relacionados — há magistrados que consideram sua saída um desfecho praticamente inevitável.
“O ministro Dias Toffoli é terminante nos bastidores ao expressar que não vai transpor do STF, inclusive, fez o movimento de suspeição por isso. Mas, por outro lado, há ministros que avaliam que será inevitável uma repúdio, uma aposentadoria. Quando que o Supremo vai transpor do epicentro da crise do Banco Master? Ninguém tem esperança de que isso aconteça rapidamente. E, portanto, uma saída do ministro Dias Toffoli poderia pacificar essa crise”, declarou o comunicante.
Ainda conforme a estudo, o entendimento interno é de que, apesar de Alexandre de Moraes também enfrentar pressões, ele conta com maior sustentação política e institucional. Esse fator contribuiria para um tratamento insigne entre os dois ministros no contexto atual.
“O presidente Lula tem algumas rusgas com Dias Toffoli. Inclusive, foi ele que indicou Toffoli para o STF em 2003, e depois quando estava recluso, ele não permitiu que Lula fosse no velório do irmão dele. Isso criou um clima muito ruim entre os dois, e que também prejudica a situação. Muito dissemelhante de Moraes, que conduziu todo o processo contra Jair Bolsonaro. (…) Portanto, ele [Moraes] tem hoje um simbolismo maior dentro da Galanteio. Sacrificar Alexandre de Moraes teria um dispêndio político muito maior que sacrificar Dias Toffoli”, relatou Teixeira.
Paralelamente, conforme já noticiado, a Polícia Federalista avalia que eventuais desdobramentos envolvendo ministros do STF no caso estariam diretamente ligados às decisões do relator do processo, o ministro André Mendonça. A leitura dentro da corporação é de que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, estaria desempenado a uma renque do Supremo que procura moderar os danos institucionais e reduzir o impacto da crise.
Nascente : Por Jornal da Cidade Online
22/03/2026 às 15:33 Em Recta e Justiça






