Iraquiano recluso na Turquia e extraditado para os EUA é indiciado de planejar homicídio de Ivanka Trump porquê retaliação pela morte de Soleimani
Por ContraFatos 01/06/2026 Atualizado em 01/06/2026
Suspeito recluso na Turquia e extraditado para os EUA teria planejado fuzilar a filha de Donald Trump porquê vingança pela morte do general Qasem Soleimani
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos indiciou o cidadão iraquiano Mohammad Baqer Saad Dawood al-Saadi, de 32 anos, por conspiração para fornecer esteio material a organizações terroristas e conspiração para cometer assassinatos. Entre os alvos do suspeito estaria Ivanka Trump, filha do presidente norte-americano, Donald Trump.
Conexões com Guarda Revolucionária e Hezbollah iraquiano
De congraçamento com investigadores norte-americanos, Al-Saadi mantém vínculos tanto com a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã quanto com a separação iraquiana do Hezbollah. As autoridades apontam que a motivação principal do projecto seria uma retaliação pela morte do general iraniano Qasem Soleimani, eliminado pelos EUA em um ataque com drones no Aeroporto de Bagdá, capital do Iraque, em janeiro de 2020.
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Prisão na Turquia e extradição
O suspeito foi impedido na Turquia em maio e, na sequência, extraditado para os Estados Unidos. Autoridades norte-americanas pretendem levá-lo à Justiça na sexta-feira, 5 de junho. Segundo a investigação, Al-Saadi seria responsável por organizar quase 20 atentados e ataques terroristas dirigidos contra alvos norte-americanos e judeus na Europa e na América do Setentrião.
Evidências encontradas e ameaças nas redes sociais
Agentes responsáveis pelo caso afirmam ter localizado mapas, imagens e vegetais arquitetônicas vinculadas à residência da família Trump na Flórida. Além do material físico, o iraquiano também teria publicado ameaças diretas contra os alvos em suas redes sociais, reforçando a tese de que o planejamento estava em estágio avançado.
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Caso sob sigilo parcial
Secção do processo permanece em sigilo. A Sucursal Federalista de Investigação dos EUA (FBI) e o Serviço Secreto norte-americano seguem monitorando possíveis ameaças adicionais ligadas à investigação. As acusações formais envolvem conspiração para fornecer esteio material a organizações terroristas e conspiração para cometer assassinatos.
Tensão entre Washington e Teerã posteriormente morte de Soleimani
O homicídio do general Qasem Soleimani permanece porquê um dos principais focos de tensão entre os governos de Washington e Teerã. Soleimani era o comandante da Força Quds, braço de operações externas da Guarda Revolucionária iraniana. A operação que resultou em sua morte foi autorizada pelo próprio Donald Trump durante seu primeiro procuração.
Desde o incidente, autoridades norte-americanas afirmam ter identificado diversas ameaças e planos de retaliação orquestrados por grupos apoiados pelo regime iraniano. O caso de Al-Saadi seria mais uma evidência de que a procura por vingança continua ativa, representando risco concreto para membros da família presidencial e outros alvos estratégicos dos Estados Unidos.