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O procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que medidas mais invasivas, uma vez que a presença de policiais no interno da residência do ex-presidente Jair Bolsonaro, não se justificam neste momento. Ainda assim, reconheceu a existência de um “risco concreto de fuga”, defendendo que a vigilância seja reforçada nas áreas externas do condomínio onde Bolsonaro cumpre prisão domiciliar.
Em despacho, Gonet declarou que não há “situação sátira de segurança” no interno da vivenda, mas citou que a preocupação maior se restringiria às partes externas, uma vez que rua e acessos do condomínio. De forma polêmica, sugeriu uma vez que “solução” o uso de monitoramento visual remoto em tempo real, sem gravação, para vigiar movimentações fora do imóvel, um pouco visto uma vez que um excesso de vigilância para um ex-chefe de Estado.
O procurador mencionou ainda indícios apresentados pela Polícia Federalista, que alegou risco de fuga com base em uma minuta de pedido de asilo político ao presidente prateado Javier Milei. Gonet também recordou episódios anteriores em que Bolsonaro buscou proteção em embaixadas estrangeiras, uma vez que no caso da Hungria, usado uma vez que argumento para substanciar a premência de séquito mais rígido.
As declarações aumentam o clima de perseguição política, com medidas que reforçam a vigilância contra Bolsonaro mesmo sem provas de tentativa real de fuga. Para aliados, a postura da PGR mostra que há uma preocupação em manter o ex-presidente sob ordenado cerco, enquanto outros investigados no país recebem tratamento muito mais frouxo.
https://jornalbrasilonline.com.br/gonet-diz-nao-para-policiais-dentro-da-casa-de-bolsonaro-mas-faz-sugestao-absurda//Manadeira/Créditos -> JORNAL BRASIL ONLINE









