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A revisão criminal solicitada pela resguardo do ex-presidente Jair Bolsonaro já se encontra em tramitação no Supremo Tribunal Federalista (STF). O caso, que saiu da competência dos ministros que proferiram a pena inicial — Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin —, passou para a 2ª Turma da Galanteio. O ministro Nunes Marques já abriu um prazo de 20 dias para que a Procuradoria-Universal da República (PGR) se manifeste sobre o processo.
A Matemática da 2ª Turma
O economista e crítico político Diogo Muguet detalhou um cenário sobre uma vez que pode se dar o desfecho dessa votação. Com o impedimento do ministro Luiz Fux, o orientação do caso dependerá da decisão de somente quatro magistrados.
Para entender o cenário, o crítico destaca os seguintes pontos sobre os votos:
Ao contrário do que circula na internet, um empate de 2 a 2 na Revisão Criminal não favorece o réu, o que manteria a pena intacta.
A tendência apontada é que os ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça votem favoravelmente à anulação.
Dessa forma, a resguardo precisaria de somente mais um voto para conseguir volver o quadro.
O Leal da Balança
Segundo a estudo de Muguet, a esquerda e a opinião pública costumam focar no ministro Gilmar Mendes uma vez que o principal risco ou coligado nas decisões, mas o verdadeiro “pivô” desse julgamento seria o ministro Dias Toffoli.
A argumentação sugere que Toffoli não define seus votos estritamente por convicções ideológicas, mas sim por um “operação de sobrevivência”. O crítico o descreve uma vez que o “maior termômetro de Brasília”, capaz de recalcular rotas e mudar sua postura para se autopreservar quando percebe mudanças no cenário político.
O Pretexto Técnico da Resguardo
A estratégia elaborada pelos advogados de Bolsonaro pode ter fornecido exatamente a saída de que Toffoli precisaria para justificar uma mudança de rota.
A resguardo apresentou argumentos focados em supostos erros processuais, alegando que:
O processo foi “fatiado” de maneira incorreta.
A delação de Mauro Cid teria ocorrido de forma forçada.
De tratado com o crítico, se Toffoli sentir a premência política de evitar um tensionamento maior, esses argumentos entregam a ele um pretexto técnico perfeito para “desarmar a petardo” e posar uma vez que um julgador estritamente técnico.
O post O Porvir de Bolsonaro no STF: O Conta por Trás da Revisão Criminal apareceu primeiro em Partido Brasil.
https://partidobrasiloficial.com.br/2026/05/27/o-futuro-de-bolsonaro-no-stf-o-calculo-por-tras-da-revisao-criminal/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=o-futuro-de-bolsonaro-no-stf-o-calculo-por-tras-da-revisao-criminal/Natividade/Créditos -> SITE PARTIDO BRASIL OFOCIAL
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