⚠️ DESCUBRA O QUE ESTÃO ESCONDENDO DE VOCÊ!
ACESSE NOSSO GRUPO NO ZAP E RECEBA CONTÉUDOS
SEM CENSURA EM PRIMEIRA MÃO👇
🚨📲 CLIQUE E RECEBA NOTÍCIAS EM TEMPO REAL – GRUPO VIP DOS PATRIOTAS 🇧🇷
Com essa decisão, Massachusetts se junta a outros nove estados americanos que já não estabelecem limite gestacional para a prática: Alasca, Colorado, Maryland, Michigan, Minnesota, Novidade Jérsei, Novo México, Oregon e Vermont. O Região de Columbia, embora não seja formalmente um estado, também integra essa lista macabra.
Governadora celebra enquanto vidas são descartadas
Durante a cerimônia de oficialização da lei, Maura Healey tratou a eliminação de vidas uma vez que se fosse uma conquista civilizatória. Suas palavras revelam uma frieza perturbadora diante da sisudez do que estava sendo ratificado.
Receba no WhatsApp as principais noticias do diaEntre no grupo do ContraFatos e acompanhe os destaques em primeira mao.
Entrar no grupo
“O monstruosidade continuará sendo seguro. Continuará sendo permitido e continuará sendo atingível cá em Massachusetts. Esse é o meu compromisso com vocês”, disse a governadora.
Healey justificou a medida alegando que mulheres e famílias que enfrentem complicações médicas no término da gravidez poderão realizar o procedimento no próprio estado, sem premência de viajar. O argumento das “complicações médicas”, porém, não impõe qualquer restrição prática: a lei, uma vez que está, permite o monstruosidade por qualquer motivo, em qualquer momento, sem exceção.
Reação de organizações pró-vida denuncia a brutalidade da medida
A sanção da lei provocou poderoso repúdio entre entidades que defendem a vida. A presidente da SBA Pro-Life America, Marjorie Dannenfelser, não poupou palavras ao qualificar a legislação.
“O Partido Republicano precisa largar a posição de ‘deixar para os estados’ — uma postura que permite leis abomináveis de monstruosidade tardio uma vez que esta — e promover proteções nacionais para crianças não nascidas”, declarou Dannenfelser.
A entidade também fez um alerta grave sobre a posição dos Estados Unidos no cenário global. Sem um padrão federalista mínimo de proteção à vida, o país segue figurando entre os poucos no mundo que autorizam o homicídio de bebês em qualquer tempo da prenhez.
“Sem um padrão pátrio mínimo, os Estados Unidos continuam sendo um dos únicos oito países no mundo que permitem o monstruosidade em qualquer tempo da gravidez. Devemos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para virar a página deste capítulo sombrio da história americana sobre o monstruosidade tardio”, completou Marjorie Dannenfelser.
A barbárie travestida de recta
É impossível não enxergar a sisudez do que se desenrola nos Estados Unidos. Um bebê de nove meses, com todos os órgãos formados, capaz de sentir dor, de ouvir, de se movimentar, pode ser eliminado segundos antes de ver a luz do dia. Invocar isso de “zelo de saúde” é uma distorção moral sem precedentes. A cada estado que adere a essa política, mais se apaga a fronteira entre o que uma sociedade civilizada deveria proteger e o que ela decide descartar. Massachusetts escolheu o lado inexacto da história — e fez isso aplaudindo.
Monstruosidade,monstruosidade tardio,americana,homicídio,crianças,desenrola,Estados Unidos,estágio,EUA,legislação,legislação americana,marjorie dannenfelser,massachusetts,maura healey,morte,Partido Republicano,presidente,Pró Vida,restrições,Saúde
https://www.contrafatos.com.br/massachusetts-legaliza-o-assassinato-de-bebes-ate-o-momento-do-nascimento//Nascente/Créditos -> CONTRA FATOS
⚠️ DESCUBRA O QUE ESTÃO ESCONDENDO DE VOCÊ!
ACESSE NOSSO GRUPO NO ZAP E RECEBA CONTÉUDOS
SEM CENSURA EM PRIMEIRA MÃO👇
🚨📲 CLIQUE E RECEBA NOTÍCIAS EM TEMPO REAL – GRUPO VIP DOS PATRIOTAS 🇧🇷