⚠️ DESCUBRA O QUE ESTÃO ESCONDENDO DE VOCÊ!
ACESSE NOSSO GRUPO NO ZAP E RECEBA CONTÉUDOS
SEM CENSURA EM PRIMEIRA MÃO👇
🚨📲 CLIQUE E RECEBA NOTÍCIAS EM TEMPO REAL – GRUPO VIP DOS PATRIOTAS 🇧🇷
Miriam Leitão tratou de explicar — porquê quem dá lição a leigos — que a inflação mede a variação dos preços, e não o patamar em que eles se encontram. Portanto, quando a inflação desacelera, os produtos continuam caros; exclusivamente passam a subir em ritmo menor. Uma evidência técnica correta, mas que soa porquê consolo vazio para quem vai ao mercado com R$ 100 e volta de mãos quase vazias.
“Sensação” versus verdade do carrinho de compras
A própria comentarista reconheceu o descompasso entre os indicadores e a vida real dos consumidores ao reproduzir o sentimento popular:
Receba no WhatsApp as principais noticias do diaEntre no grupo do ContraFatos e acompanhe os destaques em primeira mao.
Entrar no grupo
– A sensação que as pessoas têm conversando com as pessoas na rua é que, poxa, que notícia é essa? Que a inflação desacelera, mas eu vou com R$ 100 no supermercado, não consigo comprar quase zero, os preços estão super altos – disse ela.
Em seguida, tentou enquadrar a percepção do cidadão porquê alguma coisa descolado da verdade econômica:
– Olha, essa é uma coisa importante na economia, é que os números nem sempre coincidem com a sensação. Às vezes, você tem a sensação de preço basta, sensação de carestia, mesmo quando os índices estão mostrando queda – continuou a jornalista.
Produtos em queda e o argumento seletivo
Para substanciar sua tese, Miriam Leitão destacou que alguns itens específicos apresentaram recuo de preço nos supermercados. Batata, tomate e moca estariam entre os provisões que ficaram mais baratos. O grupo alimento registrou queda de 0,67% em julho, e os combustíveis também tiveram redução.
– Se você foi ao supermercado recentemente, viu que batata caiu, tomate caiu, moca caiu. Mas, em universal, está difícil de fazer todas as compras – declarou Miriam, tentando convencer o telespectador.
O pormenor irônico é que a própria comentarista admite a dificuldade generalizada, mas prefere se apegar a três itens pontuais para sustentar o argumento de que as coisas estão melhorando — um clássico tirocínio de otimismo seletivo.
Orçamento apertado tem outras causas, segundo a comentarista
Na avaliação de Miriam Leitão, o aperto no bolso dos brasileiros não se deve exclusivamente aos preços altos. Dívidas acumuladas e despesas fixas reduzem o numerário disponível para as compras do dia a dia, mesmo quando alguns itens começam a apresentar recuo. Uma explicação que, convenientemente, distribui a culpa sem mostrar diretamente para a política econômica do governo.
Promessa de refrigério nos próximos meses
Apesar do cenário reconhecidamente difícil, a comentarista afirmou que julho e agosto podem trazer qualquer refrigério aos consumidores. Segundo ela, a inflação de agosto pode ser ainda menor e até registrar uma taxa negativa — uma projeção que certamente agrada aos ouvidos do Planalto.
Para o brasílico generalidade que vai ao supermercado e sente no bolso o peso dos preços, resta saber se essa tal “sensação” é mesmo exclusivamente uma ilusão estatística ou a pura e dura verdade de quem precisa colocar comida na mesa.
alimento,provisões,combustíveis,consumidor,economia,Inflação,ipca,meta,miriam leitão,política,política econômica,preços,preços altos,supermercado,supermercados,tv orbe
https://www.contrafatos.com.br/video-miriam-leitao-tenta-minimizar-precos-altos-e-diz-que-supermercado-caro-e-apenas-sensacao//Natividade/Créditos -> CONTRA FATOS
⚠️ DESCUBRA O QUE ESTÃO ESCONDENDO DE VOCÊ!
ACESSE NOSSO GRUPO NO ZAP E RECEBA CONTÉUDOS
SEM CENSURA EM PRIMEIRA MÃO👇
🚨📲 CLIQUE E RECEBA NOTÍCIAS EM TEMPO REAL – GRUPO VIP DOS PATRIOTAS 🇧🇷