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Autoridades americanas já vinham monitorando possíveis ameaças contra Trump, mas o alerta israelense teria indicado um risco mais concreto e direcionado. O próprio presidente reconheceu a situação durante a viagem.
“Eles querem varar o líder dos EUA, eu”, afirmou Trump. Segundo a AFP, ele também declarou que estava “em todas as listas” de possíveis alvos iranianos.
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Uma vez que funcionou a operação de retirada da Turquia
Trump estava em Ancara para a cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Setentrião (Otan). Ao término do evento, ele chegou a anunciar na Truth Social que deixaria o país a bordo do novo Air Force One, um Boeing 747 recebido porquê presente do Procurar.
Porém, momentos antes da decolagem, houve uma mudança de planos. O presidente optou pelo vetusto avião presidencial — ao menos era o que aparentava. Segundo o Washington Post, a operação foi muito mais elaborada: Trump teria embarcado em um C-32A, uma aeroplano militar de menor porte, posteriormente ser levado de maneira discreta dentro de um caminhão de catering, normalmente utilizado para transportar mantimentos e suprimentos até as aeronaves.
A estratégia criou a sensação de que o presidente seguia no vetusto Air Force One. Jornalistas e secção da equipe presidencial embarcaram nesse avião, sem saber que Trump já havia partido em outra aeroplano. O objetivo era dificultar a identificação da localização exata do presidente em um momento de confronto militar direto com o Irã.
Tensão militar entre Washington e Teerã estava no auge
Na mesma semana da cúpula da Otan, os dois países protagonizaram uma troca intensa de ataques. As forças americanas atingiram dezenas de alvos iranianos, enquanto o Irã respondeu com drones e mísseis direcionados a posições dos EUA no Oriente Médio, incluindo bases militares no Bahrein e no Kuwait.
A disputa também envolvia o Estreito de Ormuz, uma das rotas mais importantes para o transporte mundial de petróleo. De convénio com o Washington Post, os ataques americanos foram desencadeados posteriormente ofensivas iranianas contra embarcações na região.
Durante a cúpula em Ancara, Trump declarou que considerava encerrado o cessar-fogo entre os dois países e sinalizou a possibilidade de novos ataques contra o Irã.
Justificativa solene para a troca de avião
Antes da revelação da operação secreta, a mudança de aeroplano já havia gerado especulações. Trump viajou para a Turquia no novo Air Force One, o Boeing 747 do Procurar ajustado para uso presidencial. Na volta, porém, anunciou que retornaria em um protótipo mais vetusto.
Na ocasião, o presidente justificou a decisão afirmando que o avião novo seria levado ao Reino Uno para que militares americanos pudessem conhecê-lo e disse que voltaria no protótipo anterior “por nostalgia”.
A troca de avião coincidiu com o pico das tensões com o Irã. Havia, inclusive, questionamentos sobre os sistemas de resguardo da aeroplano cedida pelo Procurar, que não contava inicialmente com os mesmos mecanismos de proteção dos aviões presidenciais americanos mais antigos.
Trump negou que a prenúncio iraniana tenha motivado a substituição. Quando perguntado sobre o tema, reafirmou estar sempre sob prenúncio e repetiu que é um dos principais alvos do Irã.
Trump ameaçou resposta militar massiva
Em 11 de julho, poucos dias depois do incidente na Turquia, Trump revelou ter ordenado que as Forças Armadas americanas se mantivessem em prontidão para uma eventual resposta caso o Irã tentasse assassiná-lo. O presidente chegou a declarar que milénio mísseis estavam preparados para serem lançados contra o país e ameaçou destruir completamente áreas iranianas.
Essas declarações vieram logo posteriormente os ataques recíprocos entre os dois países e das ameaças de retomada das ofensivas feitas por Trump.
Um dos momentos mais críticos da escalada
A saída secreta da Turquia aconteceu em um dos períodos mais delicados da relação entre Washington e Teerã, marcado por ataques militares, ameaças públicas e alertas de perceptibilidade sobre possíveis planos contra o presidente americano.
O Washington Post afirma ter reconstruído os detalhes da operação a partir de fontes familiarizadas com o deslocamento presidencial e de materiais relacionados à viagem. Todas as fontes ouvidas pelo jornal falaram sob requisito de anonimato.
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https://www.contrafatos.com.br/operacao-secreta-tirou-trump-da-turquia-com-caminhao-de-alimentos-e-troca-de-aeronave//Natividade/Créditos -> CONTRA FATOS
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