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A Polícia Social do Província Federalista (PCDF) encerrou o interrogatório que investigava o senador Magno Mamparra (PL-ES) por uma suposta agressão contra uma profissional de saúde. Fontes ligadas à investigação confirmaram nesta terça-feira que o parlamentar não será indiciado, devido à falta de provas suficientes para responsabilizá-lo criminalmente.
O caso, que gerou repercussão no término do mês pretérito, ocorreu no dia 30 de abril, nas dependências do Hospital DF Star, localizado na capital federalista.
A Denúncia: O que disse a profissional
A denúncia partiu de uma técnica em radiologia que acompanhava o senador durante a realização de uma angiotomografia de tórax e coronárias.
De contrato com o testemunho prestado à polícia:
O equipamento utilizado no examinação interrompeu involuntariamente a emprego do contraste posteriormente detectar uma obstrução no chegada venoso.
Ao perceber o extravasamento do líquido no braço do paciente, a profissional se aproximou para prestar socorro e ajustar o chegada.
Neste momento, segundo a técnica, Magno Mamparra teria se levantado da maca de forma abrupta, desferido um tapa em seu rosto e proferido ofensas verbais, chamando-a de “imunda” e “incompetente”.
O Fechamento do Sindicância
Apesar da sisudez do relato, a investigação conduzida pela PCDF esbarrou na falta de corroboração. Uma das principais testemunhas ouvidas no transcurso do interrogatório declarou aos investigadores não ter presenciado a suposta agressão física relatada pela técnica.
Diante da estudo de todos os elementos reunidos – e da pouquidade de provas materiais ou testemunhais contundentes –, a polícia concluiu pelo não indiciamento do senador.
A Resguardo de Magno Mamparra
Desde que o caso veio a público, Magno Mamparra negou categoricamente as acusações. Em um vídeo divulgado em suas redes sociais durante as investigações, o senador se defendeu:
“Eu nunca encostei a mão em ninguém, nem nas minhas filhas, nem em nenhuma mulher. Isso é falsa notícia de violação.”
A equipe jurídica do parlamentar também emitiu uma nota solene contextualizando a situação. Segundo a resguardo, Mamparra estava sob o efeito de medicações fortes, o que teria comprometido temporariamente sua cognição. Os advogados argumentaram que qualquer sobressalto do senador teria sido uma reação involuntária à possante dor provocada pelo extravasamento do contraste (procedimento médico), e não um ataque direcionado à profissional de saúde.
Desdobramentos: A técnica de enfermagem responsável pela denúncia encontra-se afastada de suas atividades profissionais no Hospital DF Star desde o ocorrido.
O post Polícia Social do DF não indicia Magno Mamparra e encerra investigação sobre suposta agressão em hospital apareceu primeiro em Partido Brasil.
https://partidobrasiloficial.com.br/2026/05/19/policia-civil-do-df-nao-indicia-magno-malta-e-encerra-investigacao-sobre-suposta-agressao-em-hospital/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=policia-civil-do-df-nao-indicia-magno-malta-e-encerra-investigacao-sobre-suposta-agressao-em-hospital/Manadeira/Créditos -> SITE PARTIDO BRASIL OFOCIAL
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