Parecer final inclui políticos, empresário e aponta esquema grande de fraudes no INSS
O relatório final da Percentagem Parlamentar Mista de Interrogatório (CPMI) do INSS, apresentado nesta sexta-feira (27), traz um pedido de prisão preventiva de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, além do indiciamento de mais de 200 pessoas investigadas.
O documento foi elaborado pelo relator, deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), e divulgado em seguida o Supremo Tribunal Federalista (STF) impedir a prorrogação dos trabalhos da percentagem. Com isso, o colegiado tem prazo para fechar suas atividades até nascente sábado (28).
Lulinha é criminado de múltiplos crimes
No parecer, Gaspar atribui a Lulinha a prática de uma série de crimes, incluindo tráfico de influência, lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores, organização criminosa e participação em depravação passiva.
“À luz de todo o exposto, e considerando a sisudez dos elementos reunidos ao longo das investigações conduzidas por esta CPMI, pela Polícia Federalista e pelos órgãos de controle, conclui-se pelo indiciamento de Fábio Luís Lula da Silva pelos crimes supra – afirmou o relator.”
Mais de 200 nomes aparecem no relatório
Além de Lulinha, o documento pede o indiciamento de 212 pessoas. Entre elas estão o banqueiro Daniel Vorcaro, ligado ao banco Master, o senador Weverton Rocha (PDT-MA) e o deputado Euclydes Pettersen (Republicanos-MG).
Weverton Rocha teria papel estratégico no esquema
De harmonia com o relatório, Weverton Rocha exerceu uma função médio na engrenagem investigada.
Segundo Gaspar, o senador teve “atuação estratégica uma vez que liderança política e suporte institucional da organização criminosa”.
O texto detalha que ele atuava uma vez que articulador dentro da governo pública, garantindo o funcionamento do esquema de descontos indevidos aplicados a benefícios previdenciários. Por isso, foi indiciado por advocacia administrativa, organização criminosa, lavagem de numerário e depravação passiva.
Deputado é indicado uma vez que peça-chave nas fraudes
O deputado Euclydes Pettersen também aparece uma vez que figura relevante no esquema, mormente nas fraudes relacionadas à Confederação Vernáculo dos Agricultores Familiares e Empreendedores Rurais (Conafer).
O relatório sustenta que ele foi um dos beneficiários de propina e desempenhou papel importante na estrutura investigada. As acusações incluem organização criminosa, lavagem de numerário, depravação passiva e peculato.
Careca do INSS é citado uma vez que principal operador
Entre os principais nomes apontados está Antônio Carlos Camilo Antunes, publicado uma vez que Careca do INSS. Ele é descrito no relatório uma vez que o principal operador financeiro do esquema.
Segundo Gaspar, sua atuação foi determinante para movimentar recursos obtidos por meio de descontos ilegais aplicados a aposentadorias.
“Antônio Camilo se consolidou uma vez que um dos cérebros da engrenagem criminosa, responsável por movimentar milhões de reais desviados por meio de descontos ilegais em benefícios previdenciários – afirmou.”
Ele foi indiciado por organização criminosa, lavagem de numerário, depravação passiva, inserção de dados falsos em sistema de informática, fraude eletrônica e rapina eletrônico.
Empresário é indicado uma vez que beneficiário final
Outro nome citado é o empresário Maurício Camisotti, que, segundo o relatório, ocupava posição estratégica dentro do esquema.
De harmonia com o relator, ele seria um dos beneficiários finais da estrutura de arrecadação ilícita ligada ao Grupo Totalidade Health (THG).
“O indiciamento de Maurício Camisotti fundamenta-se em sua posição de liderança estratégica e uma vez que beneficiário final de uma das maiores estruturas de arrecadação ilícita contra o INSS, operada por meio do Grupo Totalidade Health (THG) – disse Gaspar.”
As acusações contra ele incluem organização criminosa, lavagem de numerário, depravação ativa, falsidade ideológica, inserção de dados falsos em sistema de informática, fraude eletrônica e rapina eletrônico.
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