⚠️ DESCUBRA O QUE ESTÃO ESCONDENDO DE VOCÊ!
ACESSE NOSSO GRUPO NO ZAP E RECEBA CONTÉUDOS
SEM CENSURA EM PRIMEIRA MÃO👇
🚨📲 CLIQUE E RECEBA NOTÍCIAS EM TEMPO REAL – GRUPO VIP DOS PATRIOTAS 🇧🇷
O partido também ressaltou que a alocação dos valores segue os objetivos estratégicos definidos para o ciclo eleitoral. Segundo a legenda, o PSOL “empenha toda a sua vontade para derrotar a extrema-direita nas eleições de outubro, ampliando sua bancada de deputados federais e estaduais, conquistando cadeiras no Senado e reelegendo Lula presidente da República”.
Ainda na mesma nota, a {sigla} fez questão de primar seu histórico em políticas de inclusão: “(…) o incentivo — inclusive financeiro, no qual o PSOL é pioneiro — a candidaturas de mulheres, pessoas negras, indígenas, LGBTs e PCDs é uma política consolidada, não havendo debate em torno de mudanças nesse sentido.”
Receba no WhatsApp as principais noticias do diaEntre no grupo do ContraFatos e acompanhe os destaques em primeira mao.
Entrar no grupo
As acusações de Erika Hilton à direção partidária
A origem da crise está nas declarações da deputada federalista, que acusou o presidente vernáculo do partido, Juliano Medeiros, de descumprir acordos internos por conta de um suposto “privilégio branco e cis”. A parlamentar afirmou estar “chocada e decepcionada” com a meio das negociações sobre verbas.
De entendimento com Erika Hilton, os valores destinados à sua campanha representam menos da metade do que havia sido inicialmente previsto para a pré-candidata ao Senado pelo Rio Grande do Sul, Manuela D’Ávila. Outrossim, a deputada declarou que receberá exatamente o mesmo montante reservado à candidatura do próprio Juliano Medeiros, que partirá para sua primeira disputa à Câmara dos Deputados.
Pelo X (macróbio Twitter), Erika se manifestou: “Reverência a trajetória deles [Manuela e Juliano] e adoraria vê-los eleitos, mas isso é o privilégio branco e cis sobrepondo tudo: os acordos feitos conosco, cálculos eleitorais sérios… A lucidez política passou longe. É uma tentativa de estrangular quem está na risca de frente em detrimento de um perfil de pré-candidaturas muito específico.”
Contexto: a diferença entre candidaturas proporcionais e majoritárias
A deputada disputará sua segunda campanha federalista, enquanto Manuela D’Ávila concorrerá ao Senado — uma candidatura majoritária que, via de regra, recebe mais recursos das cúpulas partidárias. Esse paisagem técnico é medial na divergência entre as partes.
A cobrança de fatura pela permanência no PSOL
Para além do debate identitário, a disputa esconde uma cobrança explícita de fatura por secção da deputada, que optou por não se transferir ao PT no início do ano.
Conforme revelado por O Opositor, Erika Hilton recebeu invitação da direção da Executiva Pátrio do PT para deixar o PSOL. O projecto petista era transformá-la na principal puxadora de votos da legenda em São Paulo. As projeções internas do próprio PSOL estimam que a parlamentar deverá obter entre 700 milénio e 1 milhão de votos neste pleito.
Mesmo diante do invitação, Erika decidiu permanecer no partido, convencida de que seria tratada uma vez que uma das estrelas da {sigla} e teria prioridade na distribuição de verbas do fundo partidário.
Deputada exige cumprimento de acordos e cita cláusula de barreira
Em suas declarações, a parlamentar vinculou sua permanência à urgência de o PSOL superar a cláusula de barreira: “Eu e muitas lideranças decidimos permanecer no PSOL para ajudar o partido a superar a cláusula de barreira, porque nossa responsabilidade nestas eleições é gigante: dar nosso melhor, tudo de nós, para reeleger o presidente Lula e prometer uma bancada de esquerda mais potente, maior, para sustentar o governo e disputar a sociedade.”
Na sequência, Erika Hilton endureceu o tom: “Mas, para isso, o PSOL precisa executar os acordos que fez conosco. E não está cumprindo. Está rasgando nossos combinados e praticamente nos inviabilizando.”
A deputada ainda concluiu com uma exigência direta à direção: “Ninguém quer tirar o essencial ou negar prestígio de quem está nas suas primeiras campanhas. O que não podemos admitir é a falta de transparência e o suicídio político de sufocar quem tem a força popular para prometer a sobrevivência do partido. Nós ficamos no PSOL para superar a cláusula de barreira e optar bancadas fortes. Agora, exigimos que a direção cumpra a sua vocábulo.”
cláusula de barreira,distribuição,eleições,eleições 2026,Erika Hilton,esquerda,fundo partidário,lucidez,investimento,juliano medeiros,Lula,manuela d’ávila,polêmica,política,pré-campanha,PSOL,PT,recursos eleitorais,Senado,suicídio,transparência
https://www.contrafatos.com.br/psol-rebate-erika-hilton-apos-cobranca-explosiva-por-dinheiro-da-campanha//Manancial/Créditos -> CONTRA FATOS
⚠️ DESCUBRA O QUE ESTÃO ESCONDENDO DE VOCÊ!
ACESSE NOSSO GRUPO NO ZAP E RECEBA CONTÉUDOS
SEM CENSURA EM PRIMEIRA MÃO👇
🚨📲 CLIQUE E RECEBA NOTÍCIAS EM TEMPO REAL – GRUPO VIP DOS PATRIOTAS 🇧🇷