Incremento de 2,3% em 2025 confirma perda de ritmo, apesar do progressão da agropecuária
O Instituto Brasílio de Geografia e Estatística (IBGE) informou nesta terça-feira (03) que o Resultado Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 2,3% em 2025. O resultado representa o desempenho mais fraco desde 2021, considerando o período ulterior ao impacto da pandemia.
Em 2020, a economia brasileira registrou retração superior a 3% devido às restrições impostas pela Covid-19. No ano seguinte, sob base de conferência reduzida, houve possante recuperação, com progressão supra de 4%. Entre 2022 e 2024, o propagação ficou em torno de 3% ao ano.
Em 2021, o PIB avançou 4,8%. Em 2022, o índice desacelerou para 3%. Já em 2023, a subida foi de 3,2%, seguida por 3,4% em 2024. Em 2025, o ritmo perdeu intensidade e marcou o menor resultado desde o início da retomada pós-pandemia.
Agropecuária sustenta resultado
Pela ótica da produção, o Valor Adicionado foi puxado principalmente pela Agropecuária, que cresceu 11,7%. O desempenho foi impulsionado pelo aumento da produção e por ganhos de produtividade ao longo do ano.
A Indústria apresentou propagação mais moderado, de 1,4%. Já o setor de Serviços avançou 1,8%, refletindo envolvente de atividade mais contida.
Investimentos avançam 2,9%
Sob a ótica da despesa, a Formação Bruta de Capital Fixo registrou subida de 2,9%. O progressão esteve associado ao aumento das importações de bens de capital, à expansão de investimentos em desenvolvimento de software e ao desempenho positivo da construção social.
Esses fatores compensaram a retração na produção doméstica de bens de capital e contribuíram para sustentar o nível de investimento na economia.
Apesar do resultado positivo, o propagação mais modesto confirma desaceleração em 2025 quando comparado aos anos anteriores da recuperação econômica.
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