Cuba declara luto posteriormente 32 cubanos morrerem em ataque dos EUA na Venezuela
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O governo de Cuba confirmou neste domingo (4) a morte de 32 cidadãos cubanos durante uma ofensiva militar dos Estados Unidos contra a Venezuela. A ação resultou na conquista do presidente venezuelano Nicolás Maduro e da primeira-dama, Cilia Flores.
Em nota solene, o presidente cubano Miguel Díaz-Canel declarou luto vernáculo de dois dias em homenagem aos mortos, que, segundo o regime, estavam em missão solene a serviço das Forças Armadas Revolucionárias e do Ministério do Interno de Cuba.
“As vítimas caíram durante a agressão militar dos Estados Unidos contra a República Bolivariana da Venezuela, ocorrida na madrugada do dia 3 de janeiro de 2026. Todos cumpriam tarefas designadas por órgãos daquele país”, informou o expedido.
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Ainda segundo o governo cubano, os combatentes perderam a vida em combate direto ou em consequência de bombardeios a instalações venezuelanas. A nota reforça que os cubanos “cumpriram honrosamente seu responsabilidade e resistiram ferozmente à invasão”.
A ação dos Estados Unidos culminou na detenção de Nicolás Maduro e sua esposa, confirmada pelo presidente norte-americano Donald Trump. Ambos foram retirados da Venezuela por forças americanas e transportados para os EUA.
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Maduro está atualmente represado no Meio de Detenção Metropolitano do Brooklyn, em Novidade York — unidade conhecida por acoitar nomes de tá perfil. Ele aguardará julgamento sob acusações de narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas.
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