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Pelo menos 11 pessoas morreram ao tentar cruzar a fronteira entre o Marrocos e a cidade autônoma espanhola de Ceuta, informou neste domingo (3) o Ministério do Interno marroquino. Segundo o governo, dez vítimas morreram afogadas e uma caiu de uma superfície rochosa durante a travessia entre a cidade de Fnideq e o enclave espanhol.
As autoridades marroquinas afirmam que a vaga de travessias foi impulsionada pela atuação de redes de tráfico de pessoas e pela circulação de informações enganosas nas redes sociais, que teriam levado milhares de migrantes a crer que seria verosímil entrar facilmente em território europeu.
Em expedido, o porta-voz do Ministério do Interno, Rachid El Khalti, afirmou que a situação foi agravada pela “exploração maliciosa de plataformas digitais”, pela atuação de organizações criminosas e pela tradução equivocada de normas legais e administrativas.
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Espanha contabiliza dezenas de mortes
Do lado espanhol, o número de vítimas também preocupa. O balanço solene aponta 72 migrantes mortos, mas autoridades de Ceuta informaram que 88 corpos já foram retirados do mar e encaminhados ao necrotério, indicando que o totalidade de mortos poderá aumentar posteriormente a identificação das vítimas.
Segundo o solicitador do governo espanhol em Ceuta, Miguel Ángel Pérez Triano, a maioria morreu afogada ao tentar compreender o território espanhol.
Milhares já deixaram Ceuta
As Forças de Segurança da Espanha estimam que tapume de 73,5 milénio pessoas que entraram ilegalmente em Ceuta desde a última semana já deixaram a cidade, seja por retorno instintivo ao Marrocos ou por ações de repatriação.
As autoridades acreditam que esse número inclui tanto os migrantes que participaram da chegada em volume quanto pessoas que já estavam no enclave e cruzaram a fronteira diversas vezes nos últimos dias.
Repatriação e reforço na fronteira
O retorno dos migrantes foi intensificado posteriormente o envio de militares espanhóis à região e a assinatura de um consonância entre Espanha e Marrocos para estugar a repatriação de pessoas que entraram ilegalmente no país.
Aliás, a Guarda Social espanhola instalou uma barreira flutuante de 500 metros para substanciar a vigilância na fronteira marítima.
Enquanto isso, Ceuta enfrenta dificuldades para atender o proeminente número de migrantes. Segundo a escritório EFE, nos últimos dias diversos estabelecimentos comerciais permaneceram fechados, dificultando o chegada dos recém-chegados a provisões e outros itens básicos.
Créditos (Imagem de capote): Agentes da Guarda Social espanhola instalam uma barreira inflável em Ceuta, cidade autônoma da Espanha, para sustar novos fluxos migratórios pelo mar de Marrocos, em 1º de agosto de 2026. — Foto: Jorge Guerrero/ AFP
https://www.aliadosbrasiloficial.com.br/noticia/redes-sociais-e-traficantes-estimularam-travessias-ilegais-afirma-governo-do-marrocos/Manancial/Créditos -> Aliados Brasil Solene
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