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De contrato com Mauro, a rapaz estava enrolada em uma toalha e parcialmente coberta por uma blusa de insensível, dentro dos sobras de um sofá descartado. Mesmo em condições precárias, o bebê apresentava sinais vitais. “Quando percebemos que ele estava vivo, ele começou a chorar mais. Aí ligamos para o 190 e não mexemos em zero para não descaracterizar o sítio. A Polícia Militar chegou rapidamente e fez o socorro.”
O empresário estima que o promanação tenha ocorrido poucas horas antes do resgate. “Ele ainda estava com o cordão umbilical. Pelo que vimos, parecia que tinha nascido havia pelo menos umas duas horas.”
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Simbolismo tocante: bicho que conhece o desarrimo salvou rapaz na mesma exigência
A história carrega uma estrato emocional que vai além do resgate em si. Meg também é uma cadela abandonada, o que torna ainda mais significativo o veste de ter sido justamente ela a responsável por alertar sobre a presença do recém-nascido no terreno baldio.
Mauro Santana confessou que ficou impressionado com a situação. “Foi uma surpresa muito grande descobrir um recém-nascido com vida numa situação dessas. O pessoal costuma ceder animais cá. Agora, recém-nascido, foi a primeira vez. Comecei o dia muito triste com essa notícia.”
Outro varão que trabalha na região, mas preferiu não se identificar, destacou o papel decisivo da cadela: “Se não fosse a Caramelo, a cadelinha ali, podia ter sido pior. Ela sinalizou, mas não atacou o bebê.”
Policiais chegaram ao sítio acreditando que o bebê estivesse morto
O sargento Cristiano Queiroz, da Polícia Militar, descreveu o impacto da chegada ao terreno. A rapaz estava completamente imóvel, o que gerou a sensação inicial de que não havia sobrevivido. “Ela estava totalmente imóvel. Nossa equipe acreditou que poderia estar em óbito. Quando vimos que ela se mexeu, prontamente fizemos o socorro.”
O militar destacou que o bebê enfrentou uma madrugada de insensível intenso com proteção mínima. “Ela estava exclusivamente com uma toalha e alguns pedaços de roupa. Eu mesmo comecei o serviço às 5h30 e estava com muito insensível. É surpreendente porquê essa rapaz conseguiu sobreviver.”
Cristiano Queiroz também falou sobre o peso emocional da ocorrência. “Depois que eu fui pai, ocorrência envolvendo rapaz mexe demais com a gente. Já vi muita coisa na curso, mas rapaz realmente abala muito.”
Rapaz está internada em bom estado de saúde na Maternidade Odete Valadares
Logo em seguida o resgate, o recém-nascido foi guiado para a UPA Leste, em Belo Horizonte, onde recebeu os primeiros atendimentos. Segundo a Polícia Militar, apesar de todas as circunstâncias adversas, o estado de saúde da rapaz é considerado bom. A equipe médica avalia que o parto tenha realizado durante a madrugada, poucas horas antes da invenção.
Posteriormente, o bebê foi transferido para a Maternidade Odete Valadares, onde segue internado sob séquito especializado. A Instalação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) informou, em nota, que em casos porquê esse o hospital aciona a Vara da Puerícia e Juventude e permanece responsável pelos cuidados com o recém-nascido até que a Justiça determine o porvir da rapaz.
Polícia investiga o caso e pede ajuda da população para identificar a mãe
A Polícia Militar e a Polícia Social estão empenhadas em desvendar quem abandonou o bebê no terreno. As roupas encontradas junto à rapaz foram recolhidas para perícia e representam peças importantes para a investigação.
O sargento Cristiano Queiroz apontou que uma blusa de insensível preta é, até o momento, a principal pista disponível. “Estamos trabalhando para identificar se alguém viu recentemente alguma gestante usando essa vestimenta. No sítio não há câmeras de segurança, logo contamos com o base da população.”
O policial fez um apelo direto à mãe do bebê. “Ela deve se apresentar. A polícia vai trabalhar incansavelmente para localizá-la.”
Desabrigo de incapaz é violação com pena de até três anos de detenção
O desarrimo de incapaz está tipificado no item 133 do Código Penal brasiliano. A pena prevista varia de seis meses a três anos de detenção, com possibilidade de aumento caso a vítima sofra lesões graves ou venha a óbito em decorrência do ato.
Segundo dados do Anuário Brasiliano de Segurança Pública, o Brasil registrou 4.010 casos de desarrimo de incapaz envolvendo crianças de até 9 anos em 2025. Em 2024, foram 3.448 ocorrências — o que representa um propagação de aproximadamente 16,3% em exclusivamente um ano.
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