Médicos no Afeganistão removeram sanguessuga de 8 cm da goela de moçoila de 12 anos que bebeu chuva não tratada de riacho durante piquenique
Por ContraFatos 23/09/2026 Atualizado em 23/09/2026
Menino apresentou sangramentos nasais, dificuldade para engolir e tosse posteriormente ingerir chuva não tratada durante piquenique
Médicos na cidade de Herat, no Afeganistão, conseguiram remover uma sanguessuga de 8 cm alojada na faringe de uma moçoila de 12 anos. O organização invasor foi parar na goela da párvulo depois que ela bebeu chuva de um riacho durante um piquenique. O incidente se transformou em cláusula científico publicado no dia 30 na revista internacional Clinical Case Reports.
Diagnóstico demorou uma semana
Os primeiros sinais apareceram logo posteriormente a moçoila consumir chuva diretamente de uma nascente não tratada. Inicialmente, ela sentiu uma ligeiro irritação na goela, mas o quadro se agravou rapidamente. Dificuldades para engolir, sangramentos no nariz e tosse persistente passaram a fazer segmento da rotina da párvulo.
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O problema é que, num primeiro momento, profissionais de saúde trataram o caso uma vez que uma infecção de goela generalidade. Somente uma semana depois, ao ser reavaliada, é que os médicos descobriram a real razão dos sintomas: uma sanguessuga estava instalada em sua faringe.
Remoção resolveu sintomas imediatamente
O procedimento de retirada do sevandija foi feito com o uso de um fórceps. Segundo os especialistas, logo que a sanguessuga foi removida, todos os sintomas da párvulo desapareceram de inopino, e ela ficou muito.
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Caso virou cláusula científico publicado na Clinical Case Reports no último dia 30 Foto: Reprodução/Clinical Case Reports
Item científico alerta para riscos em crianças
O caso foi detalhado no cláusula intitulado “Um caso vasqueiro de infestação de sanguessuga orofaríngea causando epistaxe e disfagia em uma párvulo em Herat, Afeganistão: um relato de caso”, elaborado por pesquisadores da Universidade de Herat e da Universidade Jami.
De entendimento com os autores, a situação é rara, mas crianças são particularmente vulneráveis a esse tipo de ocorrência. Isso acontece porque os menores são mais propensos a ingerir “chuva insegura” e possuem vias aéreas com diâmetro reduzido, o que eleva o risco de obstrução e de perda de sangue clinicamente significativa.
“Os médicos devem considerar a infestação de sanguessugas orofaríngeas em crianças que apresentam sintomas inexplicáveis de epistaxe recorrente, disfagia ou goela posteriormente exposição não tratada à chuva gulodice. Revista zeloso e pronta remoção são essenciais porque os efeitos anticoagulantes e a verosímil extensão das vias aéreas podem motivar sangramento persistente, anemia clinicamente importante e obstrução potencialmente inevitável”, alertam os pesquisadores.
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https://www.contrafatos.com.br/sanguessuga-de-8-cm-e-removida-da-garganta-de-menina-de-12-anos-que-bebeu-agua-de-riacho//Manadeira/Créditos -> CONTRA FATOS
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