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Repercussão internacional coloca o Brasil sob os holofotes
A crise institucional brasileira ganhou dimensão global. A filial britânica Reuters classifica o incidente uma vez que o maior teste à credibilidade do STF desde a redemocratização. O Financial Times, também do Reino Unificado, ressalta o envolvimento da Galanteio no escândalo do Banco Master, estimado em muro de 10 bilhões de dólares.
Na prensa francesa, o Le Monde descreve a situação uma vez que um escândalo político-financeiro que abala o Supremo Tribunal Federalista. Já a emissora catari Al Jazeera destaca o conflito desimpedido entre ministros da Galanteio, as suspeitas de prevaricação, a parcialidade política e a interferência na Polícia Federalista.
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Sessão histórica no STF: onde seguir ao vivo
O plenário do STF se reuniu a partir das 10h desta terça-feira (15), com transmissão ocasião ao público. Quem quis seguir ao vivo teve opções em televisão, rádio e plataformas digitais:
- Quando: a partir das 10h
- Transmissão: Band.com.br, BandNews TV, Bandplay, YouTube de Band Jornalismo, rádios Bandeirantes e BandNews FM.
O momento foi descrito uma vez que histórico, em que o Brasil esperava que as instituições não virassem as costas para o país. As instituições existem para servir à República, e não para se servir dela — seja por meio de todos os tipos de benesses que só se viam na antiga realeza, de salários elevadíssimos ou até mesmo da teoria de que estão supra da Constituição.
O que está em jogo vai além do STF
A preocupação com o desenrolar dos acontecimentos não se restringe ao Supremo. Alcança também o Senado, o Congresso e o Executivo brasílio. No meio do debate está uma pergunta fundamental: o item 5º da Constituição é realmente válido? Todos os brasileiros são, de trajo, iguais perante a lei?
Moraes e Mendonça se posicionam antes do julgamento
Antes da sessão, Alexandre de Moraes quebrou o silêncio e negou conversas com Daniel Vorcaro, classificando as acusações uma vez que “diálogos fantasiosos” e apontando que 90,4% das anotações do conjunto de notas do banqueiro sequer constavam em chats reais do WhatsApp.
Em petição encaminhada à Presidência do STF, Moraes acusou Mendonça de agir com fins eleitorais e sustentou que o julgamento representa uma tentativa de “vingança” por segmento de aliados dos condenados pelo 8 de janeiro.
Por sua vez, o ministro André Mendonça prestou esclarecimentos a Fachin sobre a Operação Compliance Zero, afirmando ter ouvido delegados em seu gabinete por cautela em seguida relatórios citarem os nomes do diretor-geral da PF e do PGR em anotações do empresário.
Fachin determina exórdio do sigilo do Caso Master
A crise no STF ganhou novos desdobramentos na quinta-feira (10), quando o presidente da Galanteio, ministro Edson Fachin, determinou que o relator do Caso Master, ministro André Mendonça, retirasse o sigilo das investigações. Mendonça cumpriu a ordem na mesma noite, liberando o entrada público aos autos do processo.
A exórdio das peças trouxe relatórios da Polícia Federalista detalhando a frequência de mensagens trocadas entre Alexandre de Moraes e o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Também revelou o contrato do escritório de Viviane Barci de Moraes com o Banco Master.
Tensão interna graduação com disputa por transparência totalidade
Na sexta-feira (11), o clima dentro do STF ficou ainda mais inquebrantável. Alexandre de Moraes e a Procuradoria-Universal da República (PGR) solicitaram o levantamento totalidade de todos os procedimentos e documentos ligados ao caso. Moraes acusou Mendonça de realizar uma “escolha seletiva” na divulgação de inquéritos e de omitir 180 documentos.
Em resposta, Fachin deu 24 horas para que Mendonça retirasse todo o sigilo do caso. O ministro rebateu as acusações, negou ter ocultado documentos e classificou a tábua apresentada uma vez que “imprestável”, esclarecendo que as divergências decorriam do funcionamento do sistema eletrônico.
Fachin mantém julgamento e define rito da sessão
Apesar de o ministro Gilmar Mendes ter sugerido protelação, Edson Fachin decidiu, no sábado (12), manter o julgamento inacreditável. O presidente da Galanteio negou o pedido para julgar Mendonça junto de Moraes na próxima semana, pautando o processo contra Mendonça para 23 de setembro.
Fachin também assumiu a relatoria de procedimento que envolve Moraes no Caso Master e confirmou que a sessão teria transmissão ao vivo.
Na segunda-feira (14), o STF definiu o rito da sessão sobre as mensagens de Vorcaro a Moraes. O passo a passo regimental prevê: leitura do relatório por André Mendonça, manifestações da PGR, sustentações orais, votação individual dos ministros e proclamação do resultado por Fachin.
Para moderar a tensão no Plenário, Fachin avaliou separar fisicamente Mendonça e Moraes na bancada dos ministros. O esquema de segurança na Terreiro dos Três Poderes foi reforçado com fechamento de vias e monitoramento por drones.
Força-tarefa analisa celular de Vorcaro para confrontar relatório
Entre domingo (13) e segunda-feira (14), a PF enviou os dados do celular de Vorcaro aos ministros Zanin, Gilmar e Moraes. As equipes dos três gabinetes montaram uma força-tarefa para vasculhar o aparelho e confrontar Mendonça. O objetivo era mapear interações e verificar se houve omissões no relatório inicialmente apresentado ao plenário.
Coaf, rede de pagamentos e novas frentes de investigação
Ainda na segunda (14), Mendonça atendeu a Fachin e derrubou o sigilo da rede de pagamentos de Vorcaro, em seguida a PGR concordar o novo pedido de exórdio de sigilo. No mesmo dia, o Coaf apontou transações do Caso Master envolvendo autoridades com pensão privilegiado, informando ter segregado dados de autoridades do STJ e do STF por restrições legais.
Ramificações políticas e revelações da Polícia Federalista
O vasto montão revelado trouxe informações contundentes. A PF apontou suspeitas sobre o ministro Dias Toffoli. Um grupo de policiais estaria recebendo pagamentos para violar sistemas. E a cúpula da supervisão do Banco Médio teria prestado consultoria a Vorcaro.
Outrossim, relatórios da Polícia Federalista indicaram que aliados de Vorcaro acionaram o PCC para protegê-lo na prisão em seguida sua detenção em novembro de 2025.
No campo político, Flávio Bolsonaro passou a ser investigado no sindicância Dark Horse. A PF indicou que Eduardo Bolsonaro orientou remessas a um fundo nos Estados Unidos. O presidente Lula, logo em seguida a preceito da queda do sigilo na quinta-feira (10), declarou que se Moraes e Mendonça forem culpados, eles têm de remunerar.
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https://www.contrafatos.com.br/eua-elaboram-rascunho-de-novas-sancoes-contra-moraes-em-meio-a-crise-no-stf//Manadeira/Créditos -> CONTRA FATOS
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