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Os direitos minerários recebidos pelo procurador já geraram R$ 4 milhões em ganhos e têm potencial de atingir R$ 27 milhões. A empresa em que Teixeira figurava uma vez que sócio oculto é a Gmais, que detém 13,3% da Brava, companhia envolvida em negociações de direitos minerários.
“Sua presença no negócio representava, para os demais membros do grupo, entrada direto à máquina pública, o que, em ambientes altamente regulados uma vez que o setor minerário, é percebido uma vez que ativo extremamente valioso”, destaca a corporação.
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Atuação uma vez que servidor corrompido no núcleo da organização
Os investigadores descrevem Teixeira uma vez que alguém que agia “uma vez que servidor corrompido no núcleo meão da organização criminosa”. Segundo a PF, ele “controlava negociações com investidores e empresários minerários, orientava reuniões e gerenciava operações financeiras ligadas à Gmais”.
Uma das áreas de mineração envolvidas nas transações do grupo incluía uma barragem classificada com cimeira risco de rompimento.
Prisão e histórico em cargos públicos
O procurador foi recluso em setembro de 2025, quando a Operação Rejeito foi deflagrada. Além da atuação na Polícia Federalista, Teixeira também exerceu funções na Instalação Estadual do Meio Envolvente de Minas Gerais (Feam) e na Prefeitura de Belo Horizonte. A investigação aponta que ele se valeu dessas posições para influenciar decisões da governo pública, obstruir investigações e vazar dados sigilosos.
Obstrução de investigações e uso de delegada para propiciar empresário
Mensagens apreendidas pela PF revelam que Teixeira utilizou uma delegada para executar uma ação contra determinada empresa. O objetivo era beneficiar um empresário com quem ele mantinha negociações envolvendo ativos minerários.
Outrossim, o procurador tentou interferir em apurações sobre devassidão no setor de mineração que estavam em curso na Superintendência da PF em Minas Gerais. Ele chegou a se reunir com investigados para discutir inquéritos sigilosos. Segundo as investigações, Teixeira também agiu para tentar alongar um procurador da chefia da superfície de combate à devassidão da PF no estado.
Resguardo não se manifestou
A reportagem tentou contato com a resguardo de Rodrigo Teixeira para ouvir sua versão sobre o caso, mas não obteve resposta até o momento. O espaço segue crédulo para manifestações.
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https://www.contrafatos.com.br/operacao-rejeito-ex-diretor-da-pf-e-indiciado-por-corrupcao-e-lavagem-de-dinheiro-em-minas-gerais//Manadeira/Créditos -> CONTRA FATOS
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