⚠️ DESCUBRA O QUE ESTÃO ESCONDENDO DE VOCÊ!
ACESSE NOSSO GRUPO NO ZAP E RECEBA CONTÉUDOS
SEM CENSURA EM PRIMEIRA MÃO👇
🚨📲 CLIQUE E RECEBA NOTÍCIAS EM TEMPO REAL – GRUPO VIP DOS PATRIOTAS 🇧🇷
Paralisação das atividades e sinais de desamparo motivaram decisão
A indústria já não produzia desde maio de 2026. Com a falência oficializada, a administradora judicial Recupere assumiu a responsabilidade de identificar, reunir e estimar todos os bens pertencentes à Três Irmãos. Segmento desse patrimônio poderá ser levada a leilão futuramente, e os valores obtidos serão destinados ao pagamento dos credores, seguindo as regras do processo falimentar.
A Justiça determinou ainda a expedição urgente de mandados para lacrar tanto a fábrica matriz quanto as filiais da companhia localizadas em Santa Catarina.
Receba no WhatsApp as principais noticias do diaEntre no grupo do ContraFatos e acompanhe os destaques em primeira mao.
Entrar no grupo
Tentativa de venda de bens não impediu o colapso
Antes da decretação da falência, a operário de móveis já tentava encontrar saídas para sustar a deterioração financeira. Em abril, a companhia colocou à venda imóveis e equipamentos industriais avaliados em muro de R$ 7 milhões. A medida foi tomada no contexto da recuperação judicial, ensejo em 2024, quando a empresa buscava reorganizar suas dívidas e manter as operações diante das dificuldades enfrentadas mormente no mercado extrínseco.
A estratégia, mas, não surtiu efeito. A situação financeira da Três Irmãos continuou piorando. Em junho, o Ministério Público solicitou a conversão da recuperação judicial em falência. A Justiça acatou o pedido depois identificar irregularidades consideradas graves no percurso do processo, conforme apurou o Portal Tempo Novo.
Falta de prestação de contas e pendências fiscais pesaram na decisão
Diversos problemas foram elencados na decisão que decretou o fecho das atividades. Entre eles, destacam-se:
- Não pagamento de valores que deveriam ter sido quitados durante a recuperação judicial, com pendências de aproximadamente R$ 210 milénio, além de outros € 175 milénio;
- Carência de comprovação adequada sobre a destinação de R$ 3,25 milhões obtidos com a venda de ativos autorizada judicialmente;
- Descumprimento de parcelamentos fiscais, incluindo acordos relativos ao ICMS com o Governo de Santa Catarina e débitos junto à Receita Federalista;
- Retirada acelerada de máquinas de grande porte sem autorização judicial;
- Interrupção totalidade das atividades em 14 de maio de 2026 e sinais evidentes de desamparo do parque industrial.
Diante desse conjunto de fatores, o Judiciário concluiu que a recuperação judicial não tinha mais viabilidade.
De marcenaria de carroças a exportadora para a IKEA
A história da Três Irmãos começou em 1971, de forma bastante modesta. Inicialmente, funcionava uma vez que uma pequena marcenaria voltada à fabricação de carroças em Campo Jubiloso. Com o passar dos anos, a empresa migrou para a produção de móveis de madeira maciça e expandiu sua presença no mercado pátrio e internacional.
Um marco importante na trajetória da companhia ocorreu a partir de 2009, quando passou a exportar produtos para a multinacional sueca IKEA. Nos anos seguintes, a Três Irmãos ampliou significativamente sua estrutura: em 2016, adquiriu uma vegetal industrial em Caçador e, em 2020, inaugurou um novo parque fabril em São Bento do Sul. No auge de sua expansão, a empresa mantinha muro de 500 trabalhadores.
Pandemia e custos elevados derrubaram a competitividade
O cenário começou a se inverter com a chegada da pandemia de Covid-19. A partir de 2021, a logística internacional enfrentou graves perturbações, e o dispêndio das exportações disparou. O preço do frete marítimo por contêiner chegou a atingir muro de US$ 10 milénio em determinados momentos — um golpe pesado para uma empresa com possante sujeição do mercado extrínseco.
Paralelamente, os custos de produção também subiram de forma expressiva. Insumos uma vez que MDF, colas, vernizes e outras matérias-primas essenciais à fabricação de móveis ficaram mais caros. A elevação dos juros pressionou ainda mais o caixa da companhia e restringiu o entrada ao crédito.
No cenário das exportações, o quadro também se agravou. Em 2023, as vendas externas do setor moveleiro catarinense registraram uma queda de 27,7%. A combinação de todos esses fatores aprofundou a crise da Três Irmãos, que recorreu à recuperação judicial no ano seguinte. A tentativa de reorganização, porém, não foi suficiente para evitar a paralisação completa das fábricas e, por término, a decretação da falência.
2026,caixa,crise financeira,custos,decisão judicial,dívida,dívidas,exportações,operário de móveis,fábricas,falência,golpe,Governo,indústria,irregularidades,juros,Justiça,novo,pandemia,paralisação,patrimônio,prestação de contas,recuperação judicial,Santa Catarina,setor moveleiro,três irmãos
https://www.contrafatos.com.br/falencia-bate-forte-fabricante-de-moveis-abandona-fabrica-e-afunda-em-divida-de-r-133-milhoes//Manadeira/Créditos -> CONTRA FATOS
⚠️ DESCUBRA O QUE ESTÃO ESCONDENDO DE VOCÊ!
ACESSE NOSSO GRUPO NO ZAP E RECEBA CONTÉUDOS
SEM CENSURA EM PRIMEIRA MÃO👇
🚨📲 CLIQUE E RECEBA NOTÍCIAS EM TEMPO REAL – GRUPO VIP DOS PATRIOTAS 🇧🇷