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O órgão de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos (CBP, na {sigla} em inglês) confirmou oficialmente que o registro de ingresso usado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federalista), para justificar a prisão preventiva do ex-assessor peculiar da Presidência Filipe Martins é falso.
Em nota, a sucursal afirmou ter realizado “uma revisão minuciosa de todas as evidências disponíveis” e concluído que Martins “não ingressou nos Estados Unidos” na data de 30 de dezembro de 2022, citada pelo ministro.
Martins, ex-assessor de Assuntos Internacionais do portanto presidente Jair Bolsonaro (PL), foi recluso em fevereiro de 2024 pela Operação Tempus Veritatis da Polícia Federalista, sob a alegado de que teria viajado aos EUA junto com Bolsonaro para evadir de investigações. Ele permaneceu represado por seis meses.
O documento apresentado nos autos trazia diversos erros, porquê o nome grafado porquê “Felipe” em vez de “Filipe”, uso de um passaporte que já estava cancelado desde 2021 e categoria de visto incompatível com a que ele de veste possuía.
Segundo o CBP, o próprio governo americano reconheceu que a última ingresso válida de Martins nos Estados Unidos ocorreu em setembro de 2022, e não em dezembro daquele ano. A nota do órgão faz referência direta ao ministro brasílico. “Essa constatação contradiz diretamente as alegações feitas pelo Ministro da Suprema Galanteio do Brasil, Alexandre de Moraes.”
A sucursal afirmou ainda reprovar “qualquer uso indevido dessa ingresso falsa para embasar a pena ou prisão do sr. Martins ou de qualquer pessoa”.
O caso avança na Justiça americana desde janeiro de 2025, quando a resguardo de Martins abriu uma ação social contra o Departamento de Segurança Interna (DHS) e o próprio CBP. Em abril do mesmo ano, o juiz federalista Gregory A. Presnell, da Galanteio Distrital do Região Meão da Flórida, autorizou a tempo de produção de provas (discovery) para apurar quem inseriu o registro fraudulento no sistema americano e por quê. Em março de 2026, o mesmo magistrado determinou que o governo dos EUA apresentasse os documentos do caso sem trechos ocultados.
No Brasil, a resguardo de Martins também questionou ao STF a autenticidade de registros de ingresso e saída do Palácio da Alvorada usados pela Procuradoria-Universal da República (PGR) para sustentar sua participação em reuniões golpistas em dezembro de 2022. Dados de geolocalização do celular de Martins e de voos comerciais, segundo a resguardo, mostram que ele estava no Brasil, e não nos Estados Unidos, na data apontada pela delação.
A Polícia Federalista, por sua vez, chegou a pedir ao STF a buraco de interrogatório para apurar se integrantes ligados a Martins teriam simulado dolosamente sua ingresso nos EUA, porquê forma de desacreditar as provas da investigação sobre a trama golpista, hipótese rejeitada pela resguardo do ex-assessor.
Martins é réu no núcleo 2 da ação penal sobre a suposta trama golpista de 2022, ainda não julgado pela 1ª Turma do STF. Ele segue submetido a medidas cautelares, incluindo multa de R$ 20 milénio mantida por Moraes, enquanto o processo americano se mantém para uma provável decisão sumária sobre a fraude no registro migratório.
https://www.conexaopolitica.com.br/internacional/justica-norte-americana-diz-ser-falso-o-documento-dos-eua-usado-pelo-stf-para-prender-filipe-martins//Nascente/Créditos -> CONEXÃO POLÍTICA
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