Deputados e senadores do PT que disputam as eleições de 2026 apresentam desenvolvimento significativo no patrimônio enunciado à Justiça Eleitoral
Por ContraFatos 20/08/2026 Atualizado em 20/08/2026
Levantamento revela desenvolvimento significativo no patrimônio enunciado por deputados e senadores petistas que disputam as eleições de 2026
Um levantamento fundamentado nos dados do DivulgaCandContas, plataforma do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), expôs variações significativas no patrimônio de parlamentares do PT que se preparam para voltar às urnas neste ano. A estudo contempla deputados federais em procura de reeleição ou que tentam transmigrar para o Senado e governos estaduais, além de senadores que disputam novo procuração.
Paulo Pimenta registra desenvolvimento de 870%
O caso mais chamativo envolve o deputado Paulo Pimenta (RS), ex-ministro da Secretaria de Notícia Social (Secom) do governo Lula 3, que agora concorre a uma vaga no Senado. Na eleição de 2022, quando disputou uma cadeira na Câmara, Pimenta declarou R$ 192,8 milénio em bens. Para o pleito de 2026, o valor informado à Justiça Eleitoral saltou para R$ 1,87 milhão — uma diferença de aproximadamente R$ 1,68 milhão, o que corresponde a um desenvolvimento de muro de 870% em quatro anos.
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Lindbergh Farias mais que triplica patrimônio enunciado
Outro nome de projeção pátrio que registrou subida expressiva foi o deputado Lindbergh Farias (RJ). Em 2022, o parlamentar havia informado possuir R$ 95 milénio em bens. Neste ano, a enunciação de bens apresentada ao TSE aponta R$ 301 milénio — um desenvolvimento nominal de aproximadamente R$ 206 milénio, equivalente a 217% no período.
Gleisi Hoffmann se aproxima dos R$ 2 milhões
A ex-presidente pátrio do PT e deputada federalista Gleisi Hoffmann (PR), que neste ano disputa uma vaga no Senado, também apresentou variação patrimonial relevante. Em 2022, ela havia enunciado R$ 1,49 milhão. Para 2026, o valor informado chegou a quase R$ 2 milhões, um acréscimo de aproximadamente R$ 459 milénio, ou 31%.
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Pedro Uczai tem variação mais discreta
Nem todos os nomes do partido tiveram oscilações tão acentuadas. O líder da bancada petista na Câmara, Pedro Uczai (PT-SC), registrou uma variação mais modesta. Seus bens passaram de R$ 1,5 milhão em 2022 para R$ 1,6 milhão neste ano, o que representa um acréscimo de aproximadamente 5%.
Senadores têm pausa de conferência maior
No caso dos senadores, a base de conferência é dissemelhante. Uma vez que os mandatos no Senado duram oito anos, os valores declarados em 2026 foram confrontados com os apresentados na eleição de 2018 — e não com os de 2022.
Jaques Wagner lidera em valor inteiro
O maior patrimônio enunciado entre os nomes analisados pertence ao senador Jaques Wagner (BA), um dos principais aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Wagner informou à Justiça Eleitoral possuir o montante mais saliente entre os parlamentares do PT que retornam ao pleito.
O levantamento reforça que candidatos do partido acumulam altas expressivas nos valores informados à Justiça Eleitoral. Em alguns casos, o patrimônio multiplicou-se desde a última eleição disputada por cada parlamentar.
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https://www.contrafatos.com.br/patrimonio-de-parlamentares-do-pt-dispara-veja-as-declaracoes-de-bens-de-quem-volta-as-urnas//Manadeira/Créditos -> CONTRA FATOS
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