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Foco em Estados com maior peso eleitoral
Do totalidade investido nas redes sociais, tapume de 20% dos recursos — contabilizados até 19 de maio — foram usados para propalar entregas do governo em unidades federativas com grande concentração de eleitores. São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia estão entre os principais alvos dessa estratégia de notícia regional.
Ações emergenciais e PAC impulsionam campanhas digitais
Secção significativa dos anúncios teve uma vez que objetivo realçar respostas do governo federalista a desastres naturais. O Rio Grande do Sul, atingido por fortes enchentes em 2026, recebeu atenção próprio nas peças publicitárias. Ceará, Pernambuco e cidades mineiras afetadas por tragédias ambientais também foram contemplados nessa traço de notícia.
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O Novo Programa de Aceleração do Desenvolvimento (PAC) figurou uma vez que outro pilar das campanhas digitais. Ao todo, R$ 3,3 milhões foram aplicados na promoção de obras em Estados uma vez que Santa Catarina, Maranhão, Pará, São Paulo, Amazonas, Acre e Alagoas.
Isenção do IR e termo da graduação 6×1 entre os temas mais impulsionados
A propaganda sobre a isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 milénio mensais — medida já em vigor — consumiu R$ 2,85 milhões em impulsionamento. Segundo o jornal, a estratégia miraria justamente essa filete de renda. Mas, pesquisa Atlas/Bloomberg revelou que mais da metade dos eleitores com ganhos entre R$ 2 milénio e R$ 10 milénio mensais desaprovam o atual governo.
Outra fatia relevante do orçamento publicitário foi destinada à campanha pelo termo da graduação 6×1, uma promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Tapume de R$ 2,1 milhões foram investidos nesse tema, o que equivale a aproximadamente 10% do totalidade gasto.
Regras eleitorais limitam propaganda governamental
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determina que campanhas governamentais voltadas à divulgação de programas, obras e serviços só podem ser veiculadas até 4 de julho. A partir dessa data, exclusivamente publicidade referente a bens e serviços com concorrência privada é permitida, salvo situações de urgência reconhecidas pela Justiça Eleitoral.
Com esse prazo se aproximando, o governo Lula — sob o comando comunicacional do ministro da Secretaria de Notícia Social (Secom), Sidônio Palmeira — intensifica os investimentos para maximizar a visibilidade de suas realizações antes da restrição eleitoral.
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https://www.contrafatos.com.br/governo-lula-torra-r-21-milhoes-em-anuncios-no-instagram-e-facebook-em-ano-eleitoral//Manadeira/Créditos -> CONTRA FATOS
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