Caso envolve uso de chatbot, preparação detalhada e levanta debate sobre tecnologia e violência
Um delito ocorrido no País de Gales chamou atenção pela forma porquê foi planejado. Tristan Roberts, de 18 anos, foi sentenciado em seguida chacinar a própria mãe, Angela Shellis, de 45, depois de semanas de preparação que incluíram consultas ao chatbot de perceptibilidade sintético DeepSeek. As informações foram divulgadas pelo NY Post.
Planejamento envolveu uso de perceptibilidade sintético
De entendimento com as investigações, o jovem buscou informações sobre armas e formas de cometer o delito utilizando a utensílio de IA. Para isso, alegou estar escrevendo um livro, estratégia usada para tentar contornar restrições do sistema.
Embora o chatbot tenha inicialmente recusado fornecer instruções diretas, ele apresentou comparações entre objetos que poderiam ser utilizados. Segundo o promotor Andrew Thomas, houve sugestões gerais durante a interação. “O chatbot sugeriu que um martelo poderia ser mais eficiente para alguém sem experiência e apresentou vantagens e desvantagens”, afirmou.
Preparação e realização do delito
O planejamento durou murado de três semanas. Posteriormente completar 18 anos, Roberts adquiriu legalmente os itens que utilizaria no ataque.
Antes de agir, em outubro de 2025, ele gravou um áudio registrando sua decisão. “Nascente é o momento, vamos fazer isso”, declarou. A vítima, segundo relatos apresentados no tribunal, já demonstrava preocupação com o comportamento do fruto nas semanas anteriores.
Posteriormente o delito, o jovem também registrou suas impressões em outra gravação. “Aquilo foi terrífico, pareceu alguma coisa fora da verdade”, disse.
Tentativa de encobrir o ocorrido
Depois da ação, Roberts tentou dificultar a invenção do delito. Ele apagou vestígios de sangue e utilizou o celular da mãe para responder mensagens de familiares, numa tentativa de distanciar suspeitas.
As investigações também revelaram que o jovem criou um alter ego e chegou a publicar conteúdos nas redes sociais relatando a agressão.
Detalhes do caso e julgamento
A vítima foi mantida sob controle por horas antes de ser levada a uma dimensão de suplente originário, onde acabou sendo morta.
Durante o julgamento, o juiz Rhys Rowlands destacou a sisudez do caso e a brutalidade envolvida. “Foi, sob qualquer perspectiva, uma forma verdadeiramente terrível de morrer”, afirmou.
Ele também ressaltou o agravante da relação familiar. “Torna-se ainda mais grave pelo vestuário de o atacante ser o próprio fruto, alguém por quem ela demonstrava desvelo”, acrescentou.
Pena
Roberts se declarou culpado pelo delito e recebeu uma sentença com pena mínima de 22 anos de prisão.
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