Policiais do DF relatam mordidas de cães durante guarda na mansão de Bolsonaro
Policiais da Polícia Militar do Província Federalista foram mordidos por cães que vivem na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) enquanto atuavam na vigilância da prisão domiciliar dele, em um condomínio no Jardim Botânico, em Brasília. Os casos teriam ocorrido durante o monitoramento do imóvel, onde Bolsonaro cumpre mandamento judicial.
Segundo informações divulgadas pelo portal Metrópoles, dois cães sem raça definida, descritos uma vez que “vira-latas caramelo”, circulam livremente pela propriedade e já teriam atacado policiais em duas ocasiões distintas. Os animais vivem no sítio e não permanecem presos.
A equipe da Polícia Militar do Província Federalista atua exclusivamente na espaço externa da residência. Os agentes se revezam entre a secção da frente do imóvel e os fundos da mansão, onde também há presença de integrantes do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), órgão responsável pela proteção de ex-presidentes da República.
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Relatos obtidos pela pilastra Na Mira apontam que a presença manente dos cães tem dificultado a rotina dos policiais e exige atenção redobrada durante todo o período de serviço. A situação, além de afetar a mobilidade da equipe, amplia o desgaste de uma operação que já enfrenta restrições logísticas.
De concórdia com as informações publicadas, os policiais não têm entrada às áreas internas da residência e contam exclusivamente com um banheiro localizado nos fundos do imóvel. Sem abrigo adequado, muitos permanecem na garagem ou em espaços externos, expostos ao clima e sem estrutura apropriada para folga ao longo do vez.
Uma nascente ouvida pela pilastra do jornalista Carlos Carone resumiu o cenário enfrentado pelos agentes. Segundo o relato, a equipe permanece praticamente na rua ou na garagem, em uma quesito considerada complicada por quem acompanha a operação de perto.
Bolsonaro está em prisão domiciliar desde 27 de março, depois de receber subida hospitalar. A medida foi determinada pelo Supremo Tribunal Federalista (STF) e prevê, inicialmente, duração de 90 dias.
Entre as restrições impostas pela Namoro estão a proibição do uso de celular e o controle sobre o recebimento de visitas. A justificativa apresentada envolve a premência de evitar risco de sepse e substanciar o controle de infecções.
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