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O embate entre o ministro e o ex-governador teve origem em razão de um vídeo em que bonecos caricatos imitam o próprio Gilmar Mendes e o ministro Dias Toffoli conversando sobre o caso Master, divulgado por Zema no mês pretérito, e republicado na segunda-feira (20), posteriormente a pilastra Mônica Bergamo noticiar o pedido de Gilmar para inclusão de Zema no malfadado Questionário das Fake News.
Para Zema, enquadrar o teor porquê desinformação representa uma restrição à liberdade de frase: “Nós estamos vendo um atentado à democracia. Não se pode mais fazer caricatura, ser irônico”.
“Isso não pode ser feito, pelo que eu sei, na Coreia do Setentrião, em Cuba, em alguns regimes totalmente autoritários. Parece que estamos correndo risco neste momento de caminharmos nesse sentido”, afirmou.
E nesta quarta-feira (22), Zema ainda mais aumentou o volume de seus ataques, durante entrevista na Câmara dos Deputados
“O Supremo, no pretérito, era a instituição em que o Brasil se apoiava para resolver suas crises. O Supremo era o bombeiro do Brasil. Agora é o contrário: o Supremo é o incendiário do Brasil. É o bombeiro que chega jogando gasolina, só agravando a situação”.
Gilmar arrumou um contendedor muito difícil. Empresário vencedor, político sem mancha, e o que é pior, ele joga com a verdade a seu lado.
Por Jornal da Cidade Online
23/04/2026 às 12:59 Política







