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Empresário que esteve com Lulinha na China é fim de procura da PF
O empresário Fábio Luís Lula da Silva, publicado porquê Lulinha, esteve ao lado do ex-sócio da Fictor Luiz Phillippe Gomes Rubini durante a viagem solene do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China. Nesta quarta-feira, 25 de março de 2026, Rubini foi fim de procura e mortificação na Operação Fallax, deflagrada pela Polícia Federalista para investigar fraudes bancárias, estelionato e lavagem de moeda. A operação também atingiu Rafael Góis, CEO do grupo Fictor. A PF aponta que o esquema investigado pode ter movimentado mais de R$ 500 milhões.
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A relação entre Lulinha e integrantes da Fictor ganhou atenção posteriormente a revelação de que Rubini integrou o Parecer de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o chamado Conselhão. Segundo informações publicadas pela prelo, a proximidade entre Lulinha e a empresa de investimentos ampliou o interesse sobre a presença de Rubini em ambientes ligados ao governo federalista.
Reportagem da Folha de S.Paulo citada por outros veículos informou que Lulinha teria atuado porquê consultor da Fictor, versão negada por ele. A Secretaria de Relações Institucionais, responsável pelo Conselhão, também negou que Lulinha tenha indicado Rubini para o órgão consultivo. Esse ponto passou a ser observado com mais desvelo posteriormente a ofensiva da PF contra executivos ligados ao grupo.
A viagem presidencial à China mencionada no caso ocorreu em abril de 2023, quando Lula realizou visitante de Estado ao país asiático escoltado por uma grande comitiva de autoridades e empresários brasileiros. Registros oficiais do governo e reportagens publicadas nesta quarta-feira confirmam esse contexto.
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De contrato com a investigação da Operação Fallax, executivos e operadores ligados ao grupo usariam empresas de frontaria e estruturas empresariais para ocultar a origem de recursos ilícitos. A PF sustenta que secção desse moeda teria conexão com o Comando Vermelho, por meio de operadores associados à lavagem de valores da partido no interno de São Paulo.
Os investigadores também apontam a atuação de funcionários de instituições bancárias, incluindo a Caixa Econômica Federalista, que teriam inserido dados falsos em sistemas internos para permitir saques e transferências indevidas. Na sequência, os valores eram convertidos em bens de luxo e criptomoedas, estratégia que, segundo a apuração, buscava dificultar o rastreamento do moeda.
O caso aumenta a pressão sobre personagens próximos ao entorno político e empresarial que circulou em viagens oficiais e conselhos do governo. Embora não haja, até o momento, indicação de delação formal contra Lulinha nesse incidente específico, a presença de nomes ligados à Fictor em agendas sensíveis amplia o desgaste político e mantém o tópico no radar da oposição e dos órgãos de controle.
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https://www.newsatual.com/alvo-da-pf-esteve-com-lulinha-em-viagem-de-lula//Manadeira/Créditos -> NEWS ATUAL







