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Pedido de cassação contra Erika Hilton gera reação política e debate sobre Percentagem da Mulher
O presidente do Partido Missão, Renan Santos, anunciou que pretende protocolar um pedido de cassação do procuração da deputada Erika Hilton (PSOL-SP). A iniciativa ocorre depois declarações da parlamentar que, segundo ele, teriam sido ofensivas a mulheres brasileiras.
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O proclamação foi feito em um vídeo publicado na rede social X. Na gravação, Santos afirma que a medida será apresentada pelo partido em conjunto com o deputado Kim Kataguiri, líder da {sigla} na Câmara.
Segundo o dirigente, o pedido se baseia em falas atribuídas à parlamentar que, na avaliação do grupo, teriam caráter depreciativo contra mulheres que discordam de suas posições políticas.
Denúncia envolve declarações sobre mulheres cisgênero
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Renan Santos afirmou que Erika Hilton teria utilizado o termo “imbeCIS” ao se referir a mulheres cisgênero que criticam suas posições. Na versão do dirigente partidário, a frase estabeleceria uma associação negativa entre mulheres biológicas e inferioridade intelectual.
De consonância com ele, a situação seria ainda mais sensível pelo roupa de a parlamentar ocupar a presidência da Percentagem da Mulher da Câmara dos Deputados, órgão responsável por discutir políticas públicas voltadas à resguardo dos direitos femininos.
Santos declarou que a representação pretende estimar se as falas configuram conduta incompatível com o função ocupado na percentagem.
Declarações de Ratinho também entram no debate
O incidente ocorre em meio a outra controvérsia envolvendo a deputada e o apresentador Ratinho, do SBT.
Durante seu programa, o comunicante afirmou que, para ser considerada mulher, seria necessário “ter útero”. A enunciação gerou reação imediata da parlamentar.
Erika Hilton solicitou ao Ministério das Comunicações a suspensão do Programa do Ratinho por 30 dias. Aliás, protocolou uma representação no Ministério Público de São Paulo (MP-SP).
No documento, a deputada pediu investigação das declarações do apresentador pelo Grupo Privativo de Combate aos Crimes Raciais e de Intolerância. A representação também solicita a apuração de verosímil delito de discriminação.
Parlamentar alega negação de identidade de gênero
Na sintoma encaminhada ao Ministério Público, Erika Hilton argumenta que as falas do apresentador teriam ultrapassado o limite do debate político.
Segundo a parlamentar, as declarações negariam sua identidade de gênero ao declarar que mulheres trans não poderiam ser consideradas mulheres ou participar de espaços institucionais voltados à resguardo dos direitos femininos.
Ela afirma que a repetição dessas afirmações teria caráter discriminatório e justificaria a investigação solicitada às autoridades.
Debate político deve prosseguir na Câmara
O proclamação do pedido de cassação amplia a tensão política em torno do tema e pode gerar novos desdobramentos no Congresso Pátrio.
Caso a representação seja formalmente protocolada, caberá à Câmara dos Deputados estimar a admissibilidade do pedido e determinar se haverá lisura de processo disciplinar contra a parlamentar.
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