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Acadêmicos de Niterói, Lula e recursos públicos no Carnaval do Rio
A escola de samba Acadêmicos de Niterói prestará homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste domingo (15), na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro. A primeira-dama Janja participará uma vez que destaque do último coche umbrátil, intitulado “Amigos de Lula”.
O presidente deve seguir o desfile do torrinha da Prefeitura do Rio.
Ministros e aliados no coche umbrátil
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Além de Janja, o coche contará com a presença da ministra da Paridade Racial, Aniele Franco; do presidente da Embratur, Marcelo Freixo; de Bia Lula, neta do presidente; da cantora Teresa Cristina; e da atriz Juliana Baroni.
Outros convidados também devem participar da parábola. Segmento deles desfilará no solo, ao lado do coche principal.
O samba-enredo “Do basta do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil” retrata a trajetória do presidente, desde a puerícia em Pernambuco até a Presidência da República.
A escola levará à avenida 25 alas e aproximadamente 3.100 integrantes. A direção orientou os participantes a não exibirem símbolos partidários, sob risco de punições previstas no regulamento.
Repasse de recursos e atuação do TCU
A Acadêmicos de Niterói terá recta a R$ 1 milhão provenientes de patrocínio da Embratur às escolas do Grupo Próprio, por meio da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro.
O governo do Estado do Rio de Janeiro destinou R$ 40 milhões ao grupo peculiar. A Prefeitura do Rio repassou R$ 25,8 milhões.
Parlamentares do Partido Novo questionaram o repasse federalista e acionaram o Tribunal de Contas da União (TCU). Técnicos do tribunal recomendaram veto ao patrocínio.
O ministro Aroldo Cedraz, no entanto, rejeitou a suspensão do repasse, ao declarar que não há indícios de favorecimento.
Ação no TSE e decisões judiciais
O Partido Novo também ingressou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com ação por suposta propaganda eleitoral antecipada contra Lula, o PT e a escola de samba. A legenda pede emprego de multa de R$ 9,6 milhões.
Na quarta-feira (11), a Justiça Federalista rejeitou ações populares apresentadas pela senadora Damares Alves (Republicanos) e pelo deputado federalista Kim Kataguiri (União-SP).
O juiz federalista Francisco Valle Brum entendeu que não houve comprovação de dano ao patrimônio público.
Exoneração na Alerj amplia repercussão
Em meio à controvérsia, o presidente da escola, Wallace Palhares, foi exonerado de missão que ocupava na Plenário Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), posteriormente suspeita de vínculo irregular.
Segundo dados do Portal da Transparência, ele recebeu R$ 7.961,34 em janeiro.
O caso amplia o debate sobre a relação entre eventos culturais, financiamento público e possíveis implicações eleitorais.
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