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O senador Davi Alcolumbre (União-AP) tem afirmado que adotará máxima cautela na estudo do pedido de geração de uma Percentagem Parlamentar Mista de Interrogatório (CPMI) para apurar denúncias de fraudes envolvendo o Banco Master.
Durante o recesso, Alcolumbre justificou sua posição dizendo que não permitirá que instrumentos legítimos do Poder Legislativo, uma vez que investigações parlamentares, sejam instrumentalizados politicamente — seja contra, seja em prol do governo Lula — em pleno ano eleitoral, marcado pela expectativa de uma disputa presidencial altamente acirrada.
No entanto, um roupa recente adiciona um elemento mais concreto à postura prudente do senador. Nesta sexta-feira (6), a Polícia Federalista realizou uma operação de procura e mortificação na Amapá Previdência (Amprev), entidade responsável pela gestão do fundo previdenciário dos servidores do Amapá.
A Amprev é comandada por um dirigente indicado por Alcolumbre, que acabou sendo claro direto da ação da PF. Segundo as informações apuradas, a autonomia investiu murado de R$ 400 milhões em letras financeiras do Banco Master ao longo de 2024, justamente a instituição que agora está no meio das acusações e do debate sobre a CPMI.
O incidente ajuda a explicar por que o presidente do Senado tem reforçado o oração de cautela, num cenário em que a investigação parlamentar pode atingir não somente o sistema financeiro, mas também alianças políticas sensíveis em ano decisivo.








