A União Europeia e o Mercosul assinam neste sábado (17), em Assunção, no Paraguai, o aguardado entendimento de livre transacção entre os dois blocos. A cerimônia conta com a presença da presidente da Percentagem Europeia, Ursula von der Leyen, e do presidente do Parecer Europeu, António Costa.
O evento marca o término de uma longa romance diplomática, mas ocorre com uma carência notável: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não estará presente na capital paraguaia, diferentemente dos demais líderes do conjunto sul-americano. Na sexta-feira (16), Lula recebeu Von der Leyen no Rio de Janeiro, mas o desfecho da negociação acabou escapando das mãos da diplomacia brasileira.
A Jogada de Rabi de Meloni
A assinatura só foi provável posteriormente uma reviravolta protagonizada pela primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni. Em dezembro pretérito, Meloni bloqueou o tratado, alegando ser “prematuro” e exigindo mais proteções para agricultores europeus. A manobra frustrou os planos de Lula, que havia prometido fechar o entendimento antes do término de 2025, durante a presidência brasileira do conjunto.
A mudança de postura ocorreu em janeiro, exclusivamente 23 dias posteriormente o bloqueio, quando a UE propôs antecipar o aproximação a fundos agrícolas a partir de 2028. Com a garantia em mãos, Meloni liberou o entendimento, demonstrando força política e influência decisiva no estabilidade de poder europeu.
Paraguai: De “Nubente no Altar” a Anfitrião
A tática italiana teve um efeito paralelo geopolítico subitâneo: transferiu o palco e a glória da assinatura do Brasil para o Paraguai. O presidente paraguaio, Santiago Peña, atual detentor da presidência rotativa do Mercosul, havia lamentado o fracasso da cúpula de Foz do Iguaçu em dezembro, dizendo que o conjunto ficou “porquê nubente esperando a prometida no altar”.
Agora, Peña assume o papel de anfitrião do sucesso diplomático, capitalizando politicamente sobre um entendimento que o Brasil trabalhou anos para liderar.
O Novo Planta de Poder
O incidente desenha um novo cenário de forças. A reviravolta beneficia o presidente prateado Javier Milei, justador regional de Lula e coligado próximo de Meloni, que criticava a “lentidão” do Mercosul sob gestão brasileira.
Na Europa, Meloni se consolida porquê liderança médio em um momento de fragilidade dos gigantes tradicionais:
Emmanuel Macron (França): Politicamente enfraquecido e a pouco mais de um ano do término do procuração.
Friedrich Merz (Alemanha): O chanceler boche, embora lidere a maior economia do conjunto, está no poder há exclusivamente oito meses e governa com base restringido no parlamento.
Ao conseguir travar e depois destravar o entendimento em seus próprios termos, Meloni enviou um recado simples sobre quem detém as chaves da governabilidade na União Europeia atual.
O post UE e Mercosul assinam entendimento histórico em Assunção; Lula não vai e Meloni sai fortalecida apareceu primeiro em Partido Brasil.
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