Integrantes da Percentagem Parlamentar Mista de Sindicância (CPMI) do INSS protocolaram um pedido de urgência no Supremo Tribunal Federalista (STF) para impedir que o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, deixe o território pátrio. A solicitação inclui a inquietação imediata de seu passaporte e a imposição de monitoramento eletrônico via tornozeleira.
A ofensiva foi articulada pelo deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS) e conta com o aval do relator da percentagem, deputado Alfredo Gaspar (União-AL). O documento foi guiado ao ministro André Mendonça, a quem cabe a relatoria de ações conexas no Tribunal.
Risco de “Fuga” para a Espanha
O pedido de medidas cautelares se baseia na informação de que o fruto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva estaria prestes a retornar a Madri, onde reside desde meados do ano pretérito. Lulinha veio ao Brasil para as festas de término de ano, mas, segundo levantamento dos parlamentares, o retorno à Europa é iminente devido ao calendário escolar de seus filhos na capital espanhola, cujas aulas reiniciam entre os dias 7 e 8 de janeiro.
Além de Van Hattem e Gaspar, subscrevem a representação os deputados Luiz Lima (Novo-RJ) e Adriana Ventura (Novo-SP), e os senadores Eduardo Girão (Novo-CE) e Rogério Marítimo (PL-RN).
A “Mesada” e o Careca do INSS
O cerco contra Lulinha se intensificou posteriormente o testemunho de Edson Evidente à Polícia Federalista. Ex-funcionário do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, espargido porquê “Careca do INSS”, Evidente revelou um suposto esquema de pagamento de uma “mesada” mensal de R$ 300 milénio ao fruto do presidente.
Segundo o testemunho, os repasses teriam porquê objetivo “perfurar portas” e facilitar o lobby para a empresa Cannabis World, que atua no ramo de cannabis medicinal. As investigações da PF já identificaram indícios de proximidade entre os dois, incluindo registros de que Lulinha e o “Careca do INSS” viajaram juntos no mesmo voo para Portugal.
Convocação Travada
No término do ano pretérito, a base governista conseguiu barrar uma tentativa da oposição de convocar Lulinha para depor na CPMI. No entanto, diante das novas revelações trazidas por Edson Evidente, novos requerimentos foram apresentados e aguardam deliberação. O grupo de parlamentares argumenta que a permanência de Lulinha no Brasil é necessário para o curso das investigações e para esclarecer sua participação no suposto tráfico de influência.
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