Lulinha viajou para a Espanha enquanto Polícia Federalista investiga suposta relação com operador do esquema
Fábio Luís Lula da Silva, divulgado porquê Lulinha, deixou o Brasil em seguida permanecer tapume de três semanas no país durante o período das festas de termo de ano. O fruto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva seguiu para Madri, na Espanha, cidade onde vive desde meados de 2025.
A viagem ocorre em meio às investigações conduzidas pela Polícia Federalista (PF) que apuram um suposto vínculo de Lulinha com Antonio Carlos Camilo Antunes, o chamado Careca do INSS, indicado porquê operador de um esquema de fraudes contra aposentados e pensionistas do Instituto Vernáculo do Seguro Social (INSS).
Suspeitas e valores mencionados nas investigações
De pacto com o prova de um ex-auxiliar do Careca do INSS, Lulinha teria recebido R$ 25 milhões, além de uma mesada estimada em tapume de R$ 300 milénio, atribuída ao lobista investigado. As informações fazem secção do material analisado pela Polícia Federalista no interrogatório em curso.
O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, confirmou em entrevista que existem apurações formais envolvendo o caso, embora não tenha detalhado o estágio das investigações nem eventuais medidas judiciais já adotadas.
Silêncio do investigado e reação do presidente
Até o momento, Lulinha não constituiu resguardo jurídica e não foi localizado para comentar as acusações. O presidente Lula, por sua vez, declarou publicamente que, “se meu fruto fez um tanto de inverídico, terá de responder por isso”.
Nos bastidores do Congresso Vernáculo, parlamentares da base governista interpretaram a fala porquê uma tentativa de alongar o Palácio do Planalto da crise. Por orientação do governo, a bancada aliada rejeitou a convocação de Lulinha para prestar prova na CPMI do INSS.
Viagens e mensagens sob estudo da PF
Documentos obtidos no curso das investigações indicam que Lulinha e o Careca do INSS viajaram juntos para Portugal, em um voo que teria sido pago pelo lobista. Aliás, mensagens interceptadas pela PF revelam que, em 6 de outubro de 2024, o investigado teria orientado um funcionário a entregar um “medicamento” no endereço de Lulinha.
A entrega teria sido feita em nome de Renata Moreira, mulher do Careca do INSS, pormenor que chamou a atenção dos investigadores e passou a integrar o conjunto de indícios analisados no interrogatório.
As investigações seguem em curso, e a Polícia Federalista ainda avalia o intensidade de envolvimento dos citados no esquema de fraudes que teria lesado beneficiários do INSS.
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