O legisperito Jeffrey Chiquini, que representa o ex-assessor peculiar da Presidência Filipe Martins, publicou nesta segunda-feira, no X (idoso Twitter), que o ministro Alexandre de Moraes determinou alterações nos slides que a resguardo pretende utilizar no julgamento marcado para amanhã no Supremo Tribunal Federalista (STF).
Segundo Chiquini, depois já terem revisado o material uma vez, a equipe foi novamente intimada — desta vez com a ordem de excluir uma foto na qual um padre aparece rezando ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro. O legisperito afirma que a imagem é relevante porque teria sido citada pela Polícia Federalista porquê sinal de que o sacerdote esteve em encontro com Martins e Bolsonaro para tratar de uma suposta “minuta golpista”.
Ainda de pacto com Chiquini, a foto mostraria exclusivamente o padre realizando uma prece pela saúde do portanto presidente, sem relação com articulações ilícitas. O patrono critica o que classifica porquê limitações impostas ao teor probatório da resguardo:
“Mais uma vez, teremos de conciliar o teor probatório da nossa resguardo seguindo os critérios do julgador”, escreveu.
O STF ainda não se manifestou publicamente sobre as alegações feitas pelo legisperito. O julgamento de Filipe Martins, investigado por suposta participação em articulações antidemocráticas, está previsto para ocorrer nesta terça-feira.
Veja a imagem proibida por Moraes:
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