Uma solução implementada em julho de 2025 pelo logo presidente do Supremo Tribunal Federalista (STF), Luís Roberto Barroso, alterou profundamente as regras de publicidade dos processos em tramitação na Namoro. Mesmo em seguida a aposentadoria do ministro, em outubro, a norma permanece em vigor e segue restringindo o aproximação público a informações que antes eram exibidas no sistema eletrônico do tribunal.
A reportagem da Veja detalhou que a medida reorganizou toda a lógica de tramitação do dedo e instituiu cinco níveis de classificação para os processos. Além das categorias já conhecidas — público e sigilo de Justiça — foram criadas três novas faixas de sigilo: moderado, padrão e supremo. Na prática, essas camadas adicionais limitaram a visibilidade de movimentações processuais anteriormente acessíveis a qualquer cidadão.
Com a mudança, diversos inquéritos passaram a não exibir mais atualizações no portal de consulta pública do STF. Entre eles está o processo que envolve a deputada federalista Gleisi Hoffmann, citado pela revista. O questionário, orientado pela Polícia Federalista há tapume de dez anos, apura suspeitas relacionadas a um esquema que teria operado no Ministério do Planejamento durante a gestão de Paulo Bernardo e que, segundo as investigações, poderia ter desviado tapume de R$ 100 milhões dos cofres públicos.
Até o mês pretérito, o sistema do STF indicava que o caso aguardava despacho da relatora, ministra Cármen Lúcia. Posteriormente a adoção das novas regras, nenhuma informação processual permanece visível ao público — nem movimentações, nem a situação atual do questionário.
Especialistas ouvidos pela revista apontam que a solução representou uma mudança sem precedentes no intensidade de transparência do Supremo, afetando principalmente casos de interesse público que já se arrastam há anos na Justiça.
Questionado, o STF afirmou que a retirada de dados segue estritamente os critérios estabelecidos na norma assinada por Barroso. A Namoro confirmou que a solução reorganizou a classificação interna dos processos e ampliou protocolos de proteção a informações consideradas sensíveis.
A mudança segue repercutindo no meio jurídico, com críticas de entidades que defendem o aproximação público a informações judiciais e alertam para riscos de redução da transparência em investigações de grande relevância pátrio.
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