O Palácio do Planalto voltou a cogitar a edição de uma novidade medida provisória (MP) para reconstituir a arrecadação federalista e fechar as contas de 2025 sem déficit, depois a derrubada da chamada “MP do IOF”. A estratégia, em estudo pela equipe econômica, prevê a publicação da novidade medida a partir de 23 de dezembro, quando se encerra o ano legislativo — o que, segundo o governo, afastaria restrições constitucionais.
A manobra é amparada, de harmonia com governistas, pelo parágrafo 10 do cláusula 63 da Constituição Federalista, que proíbe somente a reedição de medidas provisórias rejeitadas ou que perderam eficiência na mesma sessão legislativa. Porquê o ano legislativo vai de 2 de fevereiro a 22 de dezembro, uma novidade MP publicada depois essa data teria validade imediata e não configuraria reedição.
“Se não editar, não fecha”, afirmou um coligado do Planalto, em referência à premência de prometer receitas extras ainda neste ano.
Alternativas de arrecadação
Nos bastidores, integrantes da equipe econômica avaliam incluir na novidade MP a taxação das casas de apostas (“bets”) e das fintechs, caso o Congresso não aprove o projeto de lei que eleva tributos sobre esses setores. A votação da proposta na Percentagem de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, que estava prevista para esta semana, foi adiada depois pedido de vista de senadores da oposição.
O Projeto de Lei 5.473/2025, de autoria do senador Renan Calheiros (MDB-AL), aumenta a Imposto Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para instituições financeiras, de 9% para 15% no caso das fintechs, e de 12% para 24% para as apostas esportivas. O texto também isenta do Imposto de Renda (IR) quem ganha até R$ 5 milénio mensais.
Se ratificado na CAE, o projeto tem caráter terminativo, o que dispensaria estudo pelo plenário do Senado antes de seguir para a Câmara dos Deputados. O texto, no entanto, não contempla o aumento da alíquota do IR sobre Juros sobre Capital Próprio (JCP) de 15% para 20%, ponto médio da MP original que perdeu validade sem ser votada.
Manobra já usada em 2023
A edição de medidas no termo do ano não seria inédita. Em 2023, o ministro da Rancho, Fernando Haddad, lançou no dia 28 de dezembro uma série de medidas para ressarcir perdas na arrecadação provocadas por decisões do Congresso.
Na idade, o movimento foi visto uma vez que uma saída emergencial para manter o compromisso do governo com o resultado fiscal. Agora, a mesma estratégia é considerada dentro do Planalto para prometer o estabilidade das contas públicas.
Reação política e críticas
A proposta, todavia, divide opiniões dentro do Congresso. Secção do Centrão e de parlamentares da oposição classifica a teoria uma vez que “quebreira” ao Legislativo, argumentando que a manobra enfraquece o diálogo entre os Poderes e poderia desgastar o governo politicamente.
Apesar disso, aliados de Lula afirmam que o argumento jurídico sobre o calendário legislativo tem ajudado a melhorar o envolvente político para uma eventual reedição.
Haddad minimiza críticas
Em evento da Bloomberg sobre a COP30, nesta terça-feira (4), o ministro Fernando Haddad voltou a proteger a política fiscal do governo e rebateu críticas de analistas sobre o risco de desequilíbrio nas contas públicas.
“Dizem que estamos em crise fiscal, mas isso é um delírio que precisa ser estudado do ponto de vista psicológico. Do ponto de vista econômico, eu não consigo entender”, afirmou.
Haddad ressaltou que o governo deve fechar o procuração de Lula com o melhor resultado fiscal desde 2015, mas admitiu que o sucesso depende da aprovação de projetos no Congresso.
“Aconteça o que sobrevir, vamos buscar o resultado primordial. Eu tenho uma equipe obstinada, que pensa todo dia em uma vez que atingi-lo”, disse.
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