Post Views: 4
O presidente vernáculo do PSDB, Marconi Perillo, confirmou em Brasília que convidou o ex-presidente Michel Temer para se filiar ao partido e disputar a Presidência da República em 2026. Temer, divulgado por sua habilidade em transitar entre diferentes grupos políticos, teria recebido o invitação com apreço e prometido explorar a proposta. A tentativa, no entanto, revela o desespero tucano em voltar ao protagonismo posteriormente anos de declínio e perda de relevância no cenário vernáculo.
Segundo Perillo, Temer seria uma figura de estabilidade e experiência, capaz de contribuir para o “reestabelecimento da moderação política”. Em entrevista, o dirigente afirmou que o Brasil “precisa de temperança”, destacando o perfil técnico e negociador do ex-presidente. A teoria, porém, soa porquê uma tática ultrapassada diante de um país polarizado, onde o sufragista já se cansou dos partidos que fingem neutralidade enquanto se alinham à velha política.
O PSDB tenta se reerguer posteriormente perder importantes lideranças para siglas porquê PSD e PP, e aposta em figuras porquê Temer para retomar a relevância. A situação, porém, demonstra que o partido perdeu completamente sua identidade. A legenda que já simbolizou a oposição ao PT hoje procura alianças com políticos sem qualquer apelo popular, na esperança de restabelecer espaço em um cenário político que já a considera irrelevante.
Nesta mesma semana, o partido anunciou também a filiação de Ciro Gomes no Ceará — outro nome desgastado e em rota de colisão com o sufragista conservador. A estratégia é tentar ampliar influência no Nordeste e, ao mesmo tempo, mostrar que o PSDB ainda respira. Mas o movimento soa mais porquê um ato de desespero do que porquê um projecto político consistente. Ao se unir a velhos caciques, o PSDB unicamente confirma o que muitos já dizem: o término trágico do partido que um dia sonhou em governar o Brasil.







