O presidente do Supremo Tribunal Federalista, Luís Roberto Barroso, disse que “só o ignorância profundo dos fatos ou uma motivação descolada da verdade encontrará nesse julgamento (do ex-presidente Jair Bolsonaro) qualquer tipo de perseguição política”.
Barroso fez um breve exposição depois a decisão da Primeira Turma do STF de sentenciar Bolsonaro e outros sete réus pelos crimes de tentativa de golpe de Estado, tentativa de derrogação violenta do Estado democrático de recta, dano ao patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.
O presidente do STF disse que não faria nenhum pensamento de valor sobre o caso, mas elogiou o trabalho “seivoso” do ministro Alexandre de Moraes e disse que o caso foi um “divisor de águas na história do Brasil”. Ainda segundo Barroso, tratou-se de um “julgamento público, transparente, com devido processo lícito, fundamentado nas provas mais diversas, vídeos, textos, mensagens, confissões”.
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“O Tribunal cumpriu missão importante e histórica de julgar, com base em evidências importantes, autoridades civis e militares por tentativa de golpe de Estado. Ninguém sai hoje daqui feliz, mas temos que executar com serenidade e coragem as missões que a vida nos dá”, afirmou o ministro.
Segundo Barroso, “estamos encerrando os ciclos do demora na vida brasileira, marcados pelo golpismo e pela quebra da legitimidade constitucional”. “Estou convicto que incompreensões de hoje vão se transformar em reconhecimento no horizonte”, afirmou.
“Libido que estejamos virando uma página da vida brasileira e espero que possamos reconstruir relações, pacificar o País e trabalharmos por uma agenda generalidade e verdadeiramente patriótica, sem intolerância, extremismo e incivilidade”, declarou o ministro, antes de fechar a sessão da Primeira Turma do STF.
Hard News,Luís Roberto Barroso,Supremo Tribunal Federalista
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