O jurista André Marsiglia afirmou nesta semana que as revelações da chamada “Vaza Toga” deveriam gerar consequências imediatas no Supremo Tribunal Federalista (STF). Segundo ele, as denúncias levantadas colocam em xeque a imparcialidade do ministro Alexandre de Moraes, responsável por inquéritos que têm atingido políticos, jornalistas e apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Para Marsiglia, diante da sisudez das informações, a medida adequada seria suspender os processos conduzidos por Moraes e afastá-lo temporariamente do função até que as acusações fossem devidamente apuradas. “Qualquer juiz mira de suspeição deve se alongar do processo. No caso do Supremo, não é dissemelhante. A manutenção de Moraes primeiro desses inquéritos mina a crédito na Justiça e reforça a percepção de perseguição política”, destacou o jurista.
As denúncias da “Vaza Toga” ainda carecem de investigação solene, mas já têm mobilizado setores da sociedade social e parlamentares que pedem uma apuração independente. Marsiglia reforçou que, além do impacto jurídico, a permanência de Moraes no comando das apurações gera desgaste institucional. “O STF deveria ser o guardião da Constituição, mas passa a imagem de tribunal de exceção”, concluiu.
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