Em um incidente que marca um novo ponto de tensão diplomática entre Brasil e Estados Unidos, o governo americano, sob a liderança de Donald Trump, fez sua enunciação mais incisiva até hoje contra o ministro do Supremo Tribunal Federalista (STF), Alexandre de Moraes.
O vice-secretário de Estado dos EUA, Christopher Landau, divulgou um transmitido solene com críticas severas à atuação do ministro, acusando-o de concentrar poder de maneira autoritária e comprometer os princípios fundamentais do Estado de Recta no Brasil.
“A separação dos poderes de um Estado é a maior garantia de liberdade já concebida pela humanidade”, afirmou Landau. “O que está acontecendo agora no Brasil ressalta esse ponto: um único ministro do STF usurpou poder ditatorial ao ameaçar líderes dos outros poderes, ou suas famílias, com detenção, prisão ou outras penalidades.”
Segundo Landau, as ações do ministro Moraes teriam extrapolado os limites territoriais do Brasil, afetando empresas e indivíduos em solo americano, o que, segundo ele, compromete a soberania e a liberdade de frase protegida pela Constituição dos EUA.
“Essa pessoa destruiu a relação histórica de proximidade entre Brasil e os Estados Unidos, ao tentar, entre outras coisas, infligir extraterritorialmente a lei brasileira para silenciar indivíduos e empresas em solo americano”, acrescentou.
O diplomata norte-americano também destacou o que chamou de “impasse institucional” no Brasil, onde, segundo ele, “os demais poderes afirmam estar impotentes para reagir”.
“Sempre é provável negociar com líderes dos poderes Executivos ou Legislativos de um país, mas não com um juiz, que deve manter a aspecto de que todas as suas ações são ditadas pela lei. Assim, nos encontramos em um beco sem saída”, declarou Landau.
Ao final de sua fala, o vice-secretário afirmou que os Estados Unidos desejam restaurar sua “amizade histórica com a grande país do Brasil”, mas que isso só será provável mediante o restabelecimento de um estabilidade entre os poderes constitucionais.
A enunciação repercutiu imediatamente em Brasília, onde parlamentares e autoridades do Executivo evitam, até o momento, comentar publicamente o incidente. O Supremo Tribunal Federalista, por meio de sua assessoria de prelo, disse que não comentará declarações de autoridades estrangeiras.
Essa é a primeira vez que um cima representante do governo Trump, em seu segundo procuração, emite críticas diretas e nominais a uma poder do Judiciário brasiliano, elevando o tom da tensão diplomática entre os dois países aliados.
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