Sirajuddin Haqqani, líder da temida Rede Haqqani e atual,embora escopo de controvérsias, Ministro do Interno do Afeganistão, representa a influência crescente dos radicais dentro do governo talibã.
Reconhecido internacionalmente por sua militância extremista, Haqqani é procurado pelo Federalista Bureau of Investigation (FBI) por seu envolvimento em ações terroristas, que incluem bombardeios suicidas e ataques contra civis e forças estrangeiras durante a longa guerra no Afeganistão.
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Marcos Paulo Candeloro, graduado em História pela Universidade de São Paulo e pós-graduado em Ciência Política pela Universidade Columbia, considera esse exemplo um vestígio de que qualquer iniciativa de esteio a leste governo possa ser desviada para objetivos ligados ao financiamento do terrorismo.
“O caso do Afeganistão escancara isso com uma sublimidade constrangedora”, ressalta Candeloro, no portal Não é Prelo. Ele cita dados do próprio giro de perceptibilidade ocidental, pelos quais entre US$ 40 e US$ 47 milhões em “ajuda humanitária” são enviados semanalmente para Cabul “em aviões oficiais, auditados, com logos da Organização das Nações Unidas e de órgãos de assistência internacional governamental, uma vez que a finada USAID.”
“Naturalmente, metade desse quantia vai parar direto nos cofres da gestão Talibã. E não estamos falando de burocratas municipais ou hospitais públicos: trata-se de pagamentos regulares a figuras uma vez que Sirajuddin Haqqani, ministro do Interno e membro da lista do FBI.”
A Rede Haqqani, que Sirajuddin comanda, é conhecida por sua brutalidade e laços profundos com a Al-Qaeda, firmando uma federação estratégica que sustenta uma campanha de violência persistente na região.
Segurança interna do Afeganistão
Formado na madrassa Deobandi Dar al-Ulum Haqqaniyya, no Paquistão, Haqqani personifica a fileira mais dura e radical do Talibã, que mantém uma tradução rigorosa da lei islâmica e rejeita negociações políticas moderadas.
Candeloro, com isso, acrescenta.
“Mais curioso ainda é o tramontana da outra metade dos fundos: “ONGs” administradas pelo próprio Talibã, encarregadas de partilhar benefícios às famílias dos ‘mártires’, ou seja, de terroristas mortos atacando soldados ocidentais.”
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A posição formal de Haqqanicomo ministro do Interno, encarregado da segurança interna, coloca um líder procurado internacionalmente primeiro da segurança de um país, roupa que tem gerado preocupação global sobre o horizonte da firmeza e da governança no Afeganistão. Apesar de rumores recentes sobre sua provável repúdio, fontes oficiais do Talibã negam qualquer mudança, confirmando que Haqqani permanece no comando.
“O tributário norte-americano hoje não exclusivamente financia a máquina do Talibã, mas ainda paga pensão para viúva de homem-bomba”, completa Candeloro.
https://revistaoeste.com/mundo/procurado-pelo-fbi-comanda-a-seguranca-do-afeganistao//Manadeira/Créditos -> REVISTA OESTE








