O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, afirmou, nesta quarta-feira, 16, que Israel é um “tumor cancerígeno” e um “cachorro na coleira” dos Estados Unidos. “O roupa de que nossa região está pronta para enfrentar o poder dos EUA e seu cachorro na coleira, o regime sionista [Israel], é um pouco muito louvável”, disse Khamenei.
Em pronunciamento transmitido pela TV estatal, ele declarou que o país está prestes para responder a novas ofensivas israelenses. Também disse que é capaz de realizar um ataque ainda mais possante do que o ocorrido durante o recente conflito com Tel-Aviv.
Os ataques começaram em 13 de junho, quando o primeiro-ministro israelense, Benyamin Netanyahu, bombardeou instalações nucleares e militares iranianas. O governo disse que Teerã estava próximo de desenvolver uma arma nuclear.
O Irã, por sua vez, respondeu com mísseis contra Israel. Durante 12 dias de conflito, os EUA bombardearam três instalações nucleares iranianas: Fordow, Natanz e Isfahan. Um cessar-fogo intermediado pelos norte-americanos foi anunciado no término de junho.
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Nesta terça-feira, 15, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que não tem pressa em negociar. Apesar disso, o governo norte-americano, em conjunto com França, Reino Uno e Alemanha, estabeleceu o final de agosto porquê prazo para um provável convénio.
Também nesta quarta-feira, o Parlamento do Irã divulgou um enviado em que afirma que o país não deve retomar as negociações nucleares com os EUA até que haja garantias de que não ocorrerão novos ataques.
“Quando os EUA usam as negociações porquê uma utensílio para enganar o Irã e encobrir um ataque militar repentino do regime sionista [Israel], não é provável conduzir as conversas porquê antes”, diz o texto.
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Segundo os parlamentares, qualquer novidade rodada de diálogo depende do cumprimento prévio dessas condições. Antes da guerra, os dois países realizaram cinco rodadas de negociações indiretas mediadas por Omã. Os encontros, porém, travaram diante da exigência norte-americana de que o Irã suspendesse o enriquecimento de urânio no território.
O Irã nega a intenção de produzir uma explosivo atômica e diz que o programa nuclear tem fins pacíficos. Por outro lado, a Sucursal Internacional de Vontade Atômica, vinculada à Organização das Nações Unidas, confirma que Teerã enriquece urânio em níveis supra dos necessários para geração de vontade elétrica.
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