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Decisão judicial veta uso da camisa da Colômbia por candidato de direita na campanha presidencial
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A Justiça da Colômbia proibiu o candidato de direita Abelardo de la Espriella de usar a camisa da seleção colombiana de futebol uma vez que símbolo de sua campanha presidencial. A decisão ocorre em meio à disputa do segundo vez contra Iván Cepeda, candidato de esquerda ligado ao campo político do presidente Gustavo Petro.
A medida determina a “cessação imediata e definitiva” do uso da camisa uma vez que elemento de identificação do partido, da campanha ou da imagem pessoal do candidato em espaços públicos ou em qualquer meio de informação. A ordem também alcança o movimento político ligado a De la Espriella.
A controvérsia ganhou força depois que Iván Cepeda criticou publicamente o contendor pelo uso da camisa da seleção em atos políticos. Segundo o candidato de esquerda, a peça estaria sendo apropriada uma vez que marca eleitoral, o que abriu uma disputa sobre os limites entre patriotismo, campanha política e símbolos nacionais.
Camisa da seleção colombiana virou ponto medial da disputa eleitoral
Abelardo de la Espriella, sabido uma vez que “El Tigre”, costuma chegar em eventos públicos usando a camisa da seleção colombiana. A prática ganhou ainda mais repercussão porque ocorre às vésperas da Despensa do Mundo, marcada para encetar em 11 de junho na América do Setentrião.
O candidato venceu o primeiro vez e aparece uma vez que predilecto em levantamentos citados pela prensa internacional. O segundo vez da eleição presidencial colombiana está previsto para 21 de junho, em um envolvente político marcado por poderoso polarização.
Nos comícios, apoiadores de De la Espriella também passaram a usar versões da camisa com a imagem de um tigre estampada. O gesto foi associado à identidade visual do candidato e escoltado por uma saudação militar particularidade de sua campanha.
Para a Justiça colombiana, a associação da camisa da seleção a uma candidatura específica poderia comprometer a neutralidade de um símbolo ligado ao sentimento pátrio. A decisão procura impedir que a camisa seja transformada em elemento de identificação partidária durante o período eleitoral.
Debate expõe tensão entre patriotismo, política e símbolos nacionais
A camisa tricolor da seleção colombiana é usada por milhões de torcedores, principalmente em períodos de Despensa do Mundo. Por isso, a tentativa de vinculá-la a uma campanha presidencial gerou reação entre adversários políticos e setores que defendem a preservação de símbolos esportivos fora da disputa eleitoral.
Seguidores da esquerda criticaram a politização da camisa. Já apoiadores da direita passaram a tratar o uso da peça uma vez que frase de patriotismo e identidade pátrio. A divergência ampliou o debate sobre até onde uma campanha pode utilizar elementos populares sem convertê-los em marca partidária.
A Federação Colombiana de Futebol também foi citada no debate público. Embora tenha demonstrado preocupação com a politização da camisa, a entidade indicou que não controla o uso não mercantil da peça por cidadãos.
O caso chamou atenção por ocorrer em um momento de poderoso expectativa esportiva. A Colômbia estreia na Despensa do Mundo em 17 de junho, contra o Uzbequistão, unicamente quatro dias antes do segundo vez presidencial.
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https://www.newsatual.com/justica-proibe-candidato-usar-camisa-da-colombia//Natividade/Créditos -> SITE NEWS ATUAL
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