O Resultado Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasiliano registrou propagação de 6,49% no primeiro trimestre de 2025, conforme levantamento que a Confederação da Cultivação e Pecuária do Brasil (CNA) divulgou nesta segunda-feira, 23. O balanço tem parceria com o Meio de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP.
De negócio com os analistas, o resultado consolida a recuperação do setor. O mercado apresentou sinais de retomada no último trimestre de 2024, depois de uma queda acumulada ao longo do ano. O principal fator de propagação foi o segmento agrícola, que avançou 5,59%. Outra superfície que influenciou no resultado foi a pecuária, com subida ainda mais expressiva, de 8,50%.
Agronegócio registra progresso em todos os segmentos
Todos os segmentos da ergástulo produtiva apresentaram desempenho positivo. Os insumos, principalmente, cresceram 4,45%. Do mesmo modo, o setor primitivo teve progresso de 10%. A agroindústria evoluiu 3,18%, assim uma vez que os agrosserviços, de quem resultado expandiu 6,27%.
O maior destaque ficou com o setor primitivo agrícola, que cresceu 10,78% impulsionado pela valorização dos preços e pelas expectativas de safra elevada para produtos uma vez que moca, milho, soja e trigo. Na pecuária, o bom desempenho foi motivado pela valorização do boi gordo, do leite, dos suínos e dos ovos.
Com base nesses resultados, a projeção para 2025 é de que o PIB do agronegócio atinja R$ 3,79 trilhões, sendo R$ 2,57 trilhões do setor agrícola e R$ 1,22 trilhão da pecuária. A participação do agro na economia pátrio deverá conseguir 29,4%, um salto em relação aos 23,5% registrados em 2024. O cenário reforça o papel estratégico do setor no propagação do país.
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