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Ainda assim, o encolhimento do continente africano levanta preocupações. Líderes militares americanos já haviam alertado que grupos uma vez que o ISIS e o al-Shabaab seguem prosperando à medida que a presença dos EUA foi reduzida nos últimos anos, mesmo com a manutenção de um ritmo jacente de ataques e operações conjuntas contra essas organizações. Fontes disseram à CNN que o combate a grupos terroristas na África continuaria, mas algumas expressaram receio de que a retirada de ativos uma vez que os MQ-9 Reaper possa dificultar essas missões.
Volume da transferência e destinos possíveis
O número exato de drones a serem transferidos ainda não foi divulgado oficialmente. Uma das fontes familiarizadas com o tema indicou que a “maioria” dos MQ-9 do US Africa Command será enviada para o comando sul-americano. Esses equipamentos são utilizados tanto para coleta de perceptibilidade quanto para a realização de ataques de precisão.
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Essa mesma nascente e outras duas apontaram que a transferência antecede operações antidrogas e antiterrorismo previstas na região, incluindo possíveis ações no Equador — país que já iniciou operações militares conjuntas com os EUA no prelúdios deste ano contra “organizações terroristas designadas”. Paralelamente, discussões seguem em curso sobre o envio de secção dos drones para o Oriente Médio, uma vez que o tropa americano perdeu ativos em seu confronto com o Irã, incluindo MQ-9s.
Acordos bilaterais e parcerias regionais
Durante uma conferência conjunta realizada no Panamá em agosto, Pete Hegseth destacou as parcerias com Equador, Honduras, Guatemala, Jamaica e Colômbia, elogiando os convites recebidos para participar de operações militares contra “narcoterroristas” nesses países.
“A Colômbia já solicitou ao Departamento de Guerra que se junte à Colômbia em sua luta contra o narcoterrorismo, autorizando operações militares conjuntas para destruir terroristas e redes de terror”, disse Hegseth.
Na semana passada, o secretário de Estado Marco Rubio visitou a região e afirmou que os EUA pretendiam inaugurar uma “era dourada” no relacionamento com a Colômbia, declarando que o “estado oriundo das coisas” é que os dois países sejam “aliados e parceiros fortes”. Conforme reportado pela CNN no início deste mês, o presidente colombiano Abelardo de la Espriella firmou um harmonia com os EUA para o empréstimo de três drones MQ-9A Reaper, destinados a monitorar corredores de narcotráfico e realizar possíveis ataques de precisão.
Entrega de equipamentos ao Panamá
Na quinta-feira, a Embaixada dos EUA no Panamá comunicou a entrega de mais de US$ 6 milhões em sistemas de drones de longo alcance — diferentes dos MQ-9 — ao governo panamenho. O objetivo é fornecer ao Serviço Aeronaval Vernáculo do Panamá “a capacidade de monitorar fronteiras remotas, proteger corredores marítimos estratégicos e desmantelar redes ilícitas de tráfico de drogas e contrabando de pessoas”.
Opinião permitido secreta autoriza uso de força mortífero contra cartéis
O deslocamento de equipamentos militares para a América do Sul acontece em um contexto jurídico específico. A CNN havia noticiado anteriormente que o governo Trump produziu no ano pretérito uma opinião permitido classificada que justifica ataques letais contra uma lista secreta e abrangente de cartéis e suspeitos de tráfico de drogas.
A opinião, elaborada pelo Escritório de Assessoria Jurídica do Departamento de Justiça, argumentou que o presidente está autorizado a ordenar o uso de força mortífero contra uma ampla gama de cartéis porque eles representam uma prenúncio iminente aos americanos. Segundo especialistas jurídicos, o documento também pareceu justificar uma guerra sem prazo definido contra uma lista secreta de grupos, conferindo ao presidente o poder de nomear narcotraficantes uma vez que combatentes inimigos e mandá-los matar sumariamente sem revisão judicial.
Campanha no Caribe e mudança de táticas
A movimentação para a América do Sul não representa uma novidade completa. No ano pretérito, o tropa dos EUA já havia deslocado uma combinação de drones MQ-9, caças F-35 e pelo menos um gunship AC-130 para o Caribe uma vez que secção da campanha contra supostos barcos de tráfico de drogas. O Departamento de Resguardo passou meses realizando ataques contra suspeitos de narcotráfico no Caribe e no Pacífico oriental, operações que resultaram na morte de pelo menos 230 pessoas.
Autoridades policiais e especialistas, porém, questionaram a eficiência dessas ações. Uma mando afirmou que uma queda projetada na quantidade de cocaína apreendida por via marítima poderia ser explicada pelos cartéis encontrando novas rotas ou formas de traficar drogas. Outro profissional classificou a campanha de ataques uma vez que “performática”, alegando que o tráfico normalmente não é feito por meio dos tipos de embarcações alvejadas.
Nas últimas semanas, houve uma mudança significativa de táticas. Os EUA passaram a interceptar embarcações, remover suas tripulações e transferi-las para países parceiros antes de soçobrar os barcos. Marco Rubio explicou que a mudança decorreu da premência de coordenar as operações com outros países.
“Quando você conduz uma operação conjunta em águas territoriais, é preciso chegar a um entendimento sobre uma vez que essas operações vão ocorrer”, disse Rubio. “E cada um desses países tem suas próprias leis, tem seus próprios sistemas com os quais precisam executar. Alguns podem ser mais agressivos do que outros.”
Apesar da mudança, os EUA não abandonaram os ataques a embarcações tripuladas. O tropa americano afirmou ter matado três membros de tripulação durante um ataque a uma suposta embarcação de tráfico de drogas no Caribe em 9 de setembro.
O Pentágono recusou-se a comentar para esta reportagem.
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https://www.contrafatos.com.br/eua-planejam-transferir-drones-mq-9-reaper-da-africa-para-a-america-do-sul//Manadeira/Créditos -> CONTRA FATOS
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