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O secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou nesta quinta-feira (13), durante visitante ao Panamá, que o governo americano levará para a América Latina operações terrestres contra cartéis de drogas, ampliando a estratégia já usada em ataques a embarcações no Pacífico e no Caribe. “Uma vez que você viu com as ofensivas contra barcos de organizações de tráfico de drogas, será o mesmo efeito em terreno”, disse Hegseth.
Segundo o secretário, os Estados Unidos trabalham com Colômbia, Equador e outros países parceiros da região para levar o combate às organizações criminosas até seus territórios e entornos. “Em qualquer lugar em que você trafique drogas, ameace o povo americano ou nossos parceiros, você é um escopo, assim uma vez que o Isis (Estado Islâmico) ou a Al-Qaeda”, declarou.
A Colômbia se tornou, nesta semana, o 19º integrante da Coalizão das Américas contra os Cartéis, iniciativa liderada pelos Estados Unidos para ampliar a cooperação militar contra o violação organizado transnacional no continente. Segundo Hegseth, o novo governo colombiano, liderado pelo presidente Abelardo de la Espriella, autorizou a realização de operações militares conjuntas com os Estados Unidos contra organizações de narcotráfico e grupos classificados uma vez que terroristas por Washington.
A coalizão reúne países uma vez que Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Honduras, Paraguai e Peru, a maioria com governos alinhados a Washington. O Brasil não integra a federação. O México, apesar da presença de organizações criminosas ligadas ao tráfico internacional de drogas, também está fora do grupo.
Desde setembro do ano pretérito, os Estados Unidos realizam uma série de ataques contra embarcações suspeitas de transportar drogas no Caribe e no Pacífico oriental, que já deixaram mais de 215 mortos, segundo balanços mais recentes. Hegseth afirmou que a novidade período da ofensiva pode atingir desde redes ligadas ao tráfico de cocaína até organizações associadas ao fentanil no México, além de remanescentes de guerrilhas colombianas, classificados por ele uma vez que “alvos legítimos”.
Países latino-americanos com governos de esquerda já haviam manifestado preocupação com o progresso da estratégia militar dos Estados Unidos na região. Ainda adiante da Colômbia, o logo presidente Gustavo Petro criticou, em março, a possibilidade de ação unilateral americana. “Os Estados Unidos não precisam agir sozinhos para perfazer com os cartéis de droga, pois não saberiam uma vez que fazê-lo muito”.
No Brasil, sob o governo de Lula (PT), nomes do supino escalão do governo tem dito que a designação de facções uma vez que o PCC e o Comando Vermelho uma vez que organizações terroristas por Washington poderia penetrar caminho para pressões contra a soberania pátrio, ainda que especialistas em recta internacional ouvidos pela prelo considerem que os Estados Unidos não têm base lítico para enviar tropas a território brasílio sem autorização do governo.
No México, a presidente Claudia Sheinbaum, também de esquerda, mantém tom mais cordato nas negociações com Washington, mas seu governo já registrou atrito depois a atuação de agentes da CIA em solo mexicano sem autorização prévia, caso que resultou na morte de dois agentes em acidente de sege em abril.
https://www.conexaopolitica.com.br/internacional/eua-fazem-anuncio-oficial-e-preocupam-brasil-e-outros-paises-da-america-latina//Manancial/Créditos -> CONEXÃO POLÍTICA
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