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No transmitido, Fachin classificou a independência do Judiciário porquê um princípio fundamental do Estado Democrático de Recta e uma garantia da cidadania. Segundo ele, essa autonomia protege a liberdade, a paridade e os direitos fundamentais dos brasileiros.
De concórdia com o STF, “suas decisões são públicas, fundamentadas, submetidas unicamente ao predomínio da Constituição e das leis brasileiras”.
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Oração de soberania em meio a consequências concretas
A enunciação de Fachin foi enfática ao reivindicar reverência reciprocamente entre instituições de diferentes países. “O reverência à independência judicial é parâmetro incontornável a orientar também as relações entre Estados soberanos e entre suas instituições”, disse Fachin. “O STF respeita a autonomia das instituições de todas as nações e espera igual reverência às instituições da República Federativa do Brasil. Divergências entre Estados devem ser conduzidas pelos canais diplomáticos e pelos mecanismos próprios do Recta Internacional, não por iniciativas que possam ser interpretadas porquê forma de constrangimento ao manobra da jurisdição constitucional.”
No entanto, o tom da nota levanta questionamentos inevitáveis. Ao invocar soberania e independência, o STF parece ignorar que suas próprias decisões — porquê a regulação unilateral de plataformas digitais e a exprobação a conteúdos online — geraram repercussões internacionais com efeitos econômicos reais para o país. A conta do ativismo judicial da Golpe pode estar sendo paga não pelos ministros, mas pelo setor produtivo brasílio, que agora enfrenta barreiras comerciais mais pesadas.
Bastidores e cronologia dos eventos
Ainda mais cedo, antes da publicação da nota, já havia sido antecipado que Fachin redigiria o transmitido em nome do tribunal, sobretudo em razão das cobranças internas de ministros.
A sinalização do tarifaço por secção dos EUA já vinha sendo percebida ao longo da tarde de ontem, e a oficialização da medida ocorreu na madrugada desta quinta-feira.
A posição da Mansão Branca
Do lado norte-americano, Donald Trump e sua equipe sustentam que a medida faz secção da política “America First”. O legado Jamieson Greer, representante mercantil dos EUA, afirmou: “Salvaguardar os interesses econômicos americanos contra práticas comerciais desleais é a base das políticas de ‘America First’ do presidente Trump”.
O incidente expõe um dilema incômodo para o STF: a Golpe pode até reafirmar sua autonomia em notas oficiais, mas dificilmente conseguirá blindar o Brasil das consequências internacionais de decisões que extrapolam os limites tradicionais da jurisdição constitucional e afetam relações comerciais de graduação global.
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https://www.contrafatos.com.br/eua-citam-decisoes-do-stf-no-tarifaco-corte-reage-e-reafirma-independencia//Manadeira/Créditos -> CONTRA FATOS
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