Vereadora Eduarda Campopiano do PL denuncia assédio sexual durante debate no YouTube e anuncia processo judicial contra debatedora que fez comentários vulgares
Por ContraFatos 25/05/2026 Atualizado em 25/05/2026
Parlamentar de Praia Grande aciona a Justiça em seguida observação de texto sexual explícito feito por debatedora durante quadro de debates ideológicos
Uma participação em um programa do YouTube terminou em denúncia de assédio sexual para a vereadora de Praia Grande (SP) Eduarda Campopiano (PL). Durante a gravação do quadro “Contraponto”, do conduto RedCast, no sábado, 23, uma debatedora identificada porquê Savani proferiu comentários de cunho sexual explícito contra a parlamentar. A vereadora anunciou que vai processar a agressora.
Debate sobre liberdade sexual foi palco do incidente
O programa tratava do tema da liberdade sexual das mulheres. De um lado, a bancada das autodeclaradas “bruxas feministas”, formada por Savani e Lady Satã, defendia a autonomia do corpo e a naturalidade dos desejos. Do outro, as representantes cristãs, Eduarda e Lauane, sustentavam a resguardo do himeneu tradicional e o saudação aos princípios bíblicos.
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O espaço era voltado para o confronto entre correntes ideológicas opostas. Porém, o debate saiu dos trilhos quando Savani direcionou a fala vulgar contra a vereadora do PL.
Gravação foi interrompida em seguida agressão verbal
A fala de cunho sexual provocou a interrupção imediata da gravação. Eduarda Campopiano chegou a se levantar com a intenção de deixar o estúdio, mas decidiu permanecer no sítio depois de exigir saudação aos organizadores do conduto.
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Ao longo do restante do programa, Savani minimizou o incidente e tornou a questionar a parlamentar. A integrante da renque feminista alegou que seu observação expressava um tanto procedente e negou qualquer prática de prostituição.
Repercussão nas redes sociais e denúncia de duplo padrão moral
Em seguida a viralização do vídeo nas redes sociais, a vereadora fez duras críticas à preterição dos internautas e apontou a existência de um duplo padrão moral. Segundo ela, a agressora recebeu “passe livre” por ser uma militante de esquerda. A parlamentar publicou em suas redes: “A pergunta que fica é: e se fosse um varão?”
Eduarda Campopiano confirmou que seus advogados já estão preparando as medidas jurídicas cabíveis contra Savani.
Histórico recente de violência contra a parlamentar
Não é a primeira vez que a vereadora do PL enfrenta uma situação de agressão. Em abril, dentro do campus da Universidade de São Paulo (USP), na capital paulista, um estudante desferiu um soco no rosto da parlamentar e tomou seu telefone celular. O incidente aconteceu enquanto Eduarda acompanhava uma ação de panfletagem conduzida pelo vereador paulistano Lucas Pavanato (PL).
Na ocasião, Pavanato havia instalado uma tenda na universidade para colher opiniões de estudantes sobre o monstruosidade. A dinâmica se inspirava nas ações do ativista americano Charlie Kirk, morto por um extremista em 2025. O debate seguiu de forma pacífica durante aproximadamente duas horas, até que um grupo de murado de cinquenta militantes cercou a estrutura utilizando caixas de som no volume supremo, com o objetivo de impedir o diálogo.