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Zanin e Gilmar argumentaram que o colegiado precisaria de todo o contexto para deliberar, enquanto Moraes afirmou que “não cabe ao relator escolher quais os documentos acessíveis ao Colegiado para realizar seu julgamento”.
Mendonça respondeu de forma direta e transparente: “Reitero que todo o material utilizado para o julgamento da próxima terça-feira encontra-se disponível, na íntegra, a todos os ministros deste tribunal. Para tal termo, levante ministro dispõe exatamente do mesmo conjunto de elementos de informação franqueado aos demais pares que irão participar da referida sessão”.
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A enunciação evidencia que não há qualquer assimetria de informações entre o relator e os demais integrantes do plenário — todos têm chegada ao mesmo pilha probatório que fundamentará a estudo.
Alerta contra tumulto e meandro de rota
O ministro foi enfático ao explicar por que a inclusão de novos elementos às vésperas da sessão representaria um risco. Segundo Mendonça, “a inserção de elementos adicionais, que não constam dos autos até o presente momento, o que inclui a introdução de todas as informações contidas no celular do senhor Daniel Vorcaro, somente contribuiria para tumultuar o julgamento, muito porquê colocaria em risco todo o seguimento e triunfo das investigações, dando ensejo à suscitação de questionamentos de toda ordem, para desviar o feito especificamente apregoado para julgamento de seu caminho proveniente”.
O argumento revela uma preocupação legítima: a introdução indiscriminada de dados poderia servir não para esclarecer, mas para fabricar obstáculos processuais que impediriam o tribunal de chegar ao valor da questão.
Citação ao presidente Fachin reforça a tese
Para fechar o ofício, Mendonça invocou palavras do próprio presidente da Incisão, Luiz Edson Fachin, em uma passagem que sintetiza o espírito de sua posição: “porquê muito enfatizou o eminente Presidente, ‘a sisudez dos fatos não autoriza atalhos’, mas também não tolera subterfúgios ou desvios de rotas, rumo a outros interesses que não os da Justiça”.
A frase é significativa porque coloca em perspectiva as cobranças feitas por aliados de Moraes, sugerindo que a procura pelo chegada totalidade ao aparelho pode esconder a intenção de desviar o foco do que realmente será julgado — o relatório da Polícia Federalista sobre mensagens trocadas entre Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes.
Pedido de esclarecimentos a delegados da PF
No mesmo despacho, André Mendonça solicitou que Fachin determine a quatro delegados da Polícia Federalista a prestação de informações, no prazo de 24 horas, sobre as circunstâncias do envio de relatórios e mídias ao seu gabinete em março de 2026. O relator quer que os policiais esclareçam porquê se deu a entrega do material e se houve eventuais “constrangimentos sofridos ao longo das investigações”.
A solicitação demonstra que Mendonça não somente defende a transparência do processo porquê procura certificar que a própria prisão investigativa não tenha sido comprometida por pressões externas.
Contexto: a resposta da Polícia Federalista e os arquivos lacrados
Na véspera, o presidente Fachin havia outorgado prazo de 24 horas para a PF esclarecer a situação do celular de Vorcaro e a integridade da prisão de armazenamento das provas. Na manhã de domingo (13), a corporação respondeu que o aparelho e a extração originais permanecem guardados com segurança e que tem plenas condições técnicas de remeter cópias idênticas a todos os gabinetes que as requisitarem.
A PF também esclareceu que o registro repassado ao gabinete de Mendonça em março era uma traslado, fornecida em atendimento a uma solicitação formal do relator. O ministro, por sua vez, já havia explicado anteriormente que manteve os arquivos lacrados e criptografados em seu gabinete porquê contraprova de segurança, sem tê-los manuseado — uma postura que reforça o zelo com a preservação da integridade das provas.
Articulações para barrar a apuração
Enquanto Mendonça procura prometer que o julgamento siga seu curso proveniente, a lado de Moraes no Supremo articula o levantamento de questões preliminares e nulidades processuais na sessão de terça-feira. Os aliados do ministro investigado pretendem mostrar supostas irregularidades na confecção e no direcionamento do relatório de Mendonça, além da alegada falta de chegada prévio a todo o teor do celular de Vorcaro.
A estratégia configuraria uma tentativa de barrar a introdução de uma apuração contra o ministro Alexandre de Moraes. A Procuradoria-Universal da República (PGR) também já opinou pelo arquivamento do relatório com base em vícios de tramitação — um parecer que, na prática, converge com os interesses daqueles que tentam impedir que o caso avance para estudo de valor.
O cenário evidencia que a posição de André Mendonça se alinha com o princípio de que o tribunal deve julgar os fatos apresentados, sem permitir que manobras procedimentais esvaziem o objeto da sessão ou comprometam a credibilidade institucional do STF.
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https://www.contrafatos.com.br/andre-mendonca-defende-integridade-do-julgamento-e-alerta-que-abertura-do-celular-de-vorcaro-pode-tumultuar-sessao-no-stf//Natividade/Créditos -> CONTRA FATOS
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