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Na véspera, segunda-feira (7), em ato da direita realizado em São Paulo, o senador já havia feito apelo semelhante à sua base: “Eu quero descrever com cada um de vocês pra vencer essas eleições no primeiro vez. Pra no dia 4 de outubro, daqui a 27 dias, nós podermos dar um grito de liberdade pro nosso Brasil. Quero ser o libertador da pátria”.
As falas não são isoladas. Em uma live de 3 de setembro e durante sabatina em 28 de agosto, Flávio também havia pronunciado que venceria em primeiro vez.
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Crises no campo opositor alimentam o otimismo
O diagnóstico dentro da campanha bolsonarista é de que episódios recentes saíram da esfera exclusiva da oposição e passaram a gerar desgaste também para Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Entre esses episódios, estão as crises envolvendo primeiro o fruto mais velho de Lula e, em seguida, o STF (Supremo Tribunal Federalista).
A avaliação é de que situações ligadas a ministros da Golpe — mormente Alexandre de Moraes e agora Flávio Dino — além da posição de Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federalista, ampliaram o alcance do desgaste, atingindo a imagem do próprio Lula perante o eleitorado.
Com Flávio Bolsonaro aparecendo empatado com Lula em simulações de segundo vez, a estratégia passou a ser aproveitar esse cenário para ressaltar o prolongamento e encetar a mirar uma possibilidade de viradela já na primeira rodada de votação.
Mobilização da base e sinal de crédito
O oração sobre vitória no 1º vez cumpre ainda uma função estratégica de mobilização. Ao projetar um triunfo antecipado, Flávio procura transmitir a aliados e eleitores a percepção de que a disputa está ocasião e de que há condições reais de progredir ainda mais nas próximas sondagens.
Nesta quarta-feira (8), em Juiz de Fora (MG), o candidato comentou sobre a relevância de surgir primeiro de Lula em pesquisas no estado de Minas Gerais, classificando o trajo porquê motivo de “alegria”. A razão é conhecida: historicamente, quem vence em Minas Gerais costuma levar a eleição presidencial no país.
Apesar do otimismo, integrantes de ambos os lados reconhecem que a disputa segue completamente em cândido a pouco menos de um mês do pleito. Uma eventual vitória já em 4 de outubro ainda é considerada difícil, embora a intenção seja imprimir falas de crédito à campanha.
Temores e a “vacina” contra ações futuras
Mesmo em um momento positivo, a campanha de Flávio Bolsonaro mantém preocupações. O receio é de que futuras ações ou atitudes possam prejudicar o candidato, mormente agora que o caso Dark Horse e suas conversas com Daniel Vorcaro, ex-banqueiro do Master, saíram de foco.
Numa espécie de vacina contra possíveis ataques, Flávio declarou durante o ato de segunda-feira em São Paulo: “Vão tentar uma terceira facada, não só em mim, mas também em meus aliados”.
Para o candidato, a primeira facada foi o ataque sofrido por seu pai, Jair Bolsonaro, na campanha de 2018. A segunda é considerada por Flávio a prisão do pai, determinada por Alexandre de Moraes em 2025.
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https://www.contrafatos.com.br/flavio-bolsonaro-mira-vitoria-no-1o-turno-e-intensifica-discurso-de-otimismo-em-campanha//Natividade/Créditos -> CONTRA FATOS
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