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“Os Estados Unidos costumavam ser um farol dos direitos humanos. Já não o são. Hoje situam-se ao lado de Coreia do Setentrião, Nicarágua, Mali e Rússia, isolados. E o mundo já não os escuta.”
Essa conferência direta serviu de pavio para o confronto diplomático que se materializou nesta segunda-feira (27), quando a delegação americana abandonou a sessão do Juízo de Segurança das Nações Unidas no exato momento em que representantes franceses tomavam a vocábulo. O gesto é considerado incomum entre membros permanentes do órgão, e a reunião em questão tinha uma vez que tarifa original a guerra na Ucrânia.
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Representante americano acusa França de “protagonismo indecente”
Dan Negrea, representante suplente dos EUA na Tertúlia Universal, explicou a saída com palavras duras direcionadas a Paris:
“Há um membro deste Juízo que finge indignação moral e pretende dar lições a todos sobre qualquer tema — seja o conflito em discussão hoje ou assuntos alheios à sossego e à segurança internacionais, uma vez que os direitos humanos. Por isso nos retiramos durante a mediação francesa”, declarou Negrea.
Na sequência, o diplomata americano rebateu frontalmente as críticas francesas:
“Lembro-lhes que são os Estados Unidos que seguem sendo o verdadeiro farol da liberdade para o mundo. Não lhes concederemos o favor de ouvir seu oração politizado.”
Mensageiro galicismo responde com ironia e referências históricas
O mensageiro da França na ONU, Jérôme Bonnafont, reagiu à atitude americana recorrendo aos laços históricos entre os dois países. Bonnafont lembrou que a França auxiliou os Estados Unidos na conquista de sua independência no século 18 e reafirmou que o país atua nas Nações Unidas com o propósito de preservar a independência da instituição e a resguardo da Missiva das Nações Unidas.
Relações multilaterais sob pressão no governo Trump
O incidente evidencia o desgaste crescente nas relações multilaterais de direitos humanos durante a gestão do governo Trump. O mensageiro dos EUA na ONU, Mike Waltz, também se manifestou, acusando a França de estribar um comissário que critica nações democráticas enquanto “se aproxima dos piores opressores do mundo”.
Questionado sobre a retirada dos representantes americanos da plenária, o porta-voz apenso da ONU, Farhan Haq, optou por não comentar diretamente o gesto. Haq limitou-se a reiterar o libido de que todos os membros respeitem as deliberações da Tertúlia Universal.
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https://www.contrafatos.com.br/delegacao-dos-eua-deixa-sessao-do-conselho-de-seguranca-da-onu-apos-franca-comparar-washington-a-coreia-do-norte//Nascente/Créditos -> CONTRA FATOS
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